Emprego do óxido crômico, para a determinação da digestibilidade aparente da matéria seca, em perus (Meleagris Gallopavo)

  • Flávio Prada Universidade de São Paulo, Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia, São Paulo, SP
  • Maria Amélia Zogno Universidade de São Paulo, Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia, São Paulo, SP
  • Esleibe Ghion Universidade de São Paulo, Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia, São Paulo, SP
Palavras-chave: Alimentos (digestibilidade), Óxido crômico, Perus

Resumo

Estudou-se o uso do óxido crômico para a determinação da digestibilidade da matéria seca, administrando-o em cápsulas de gelatina ou na ração de perus. Os perus, com 45 dias de idade, foram sorteados em 4 grupos. Dois deles, consumiram 605mg,de óxido crômico em cápsulas de gelatina e outros receberam-no em ração na proporção de 0,2% sobre a matéria seca. O consumo de ração e excreção de fezes foram cuidadosamente controlados. As fezes, sempre após homogeneização, foram colhidas uma única vez ao dia. Os resultados obtidos demonstraram que houve diferença entre os métodos empregados. Os valores auferidos pelo método dos indicadores, foram sistematicamente mais baixos que os consignados pelo convencional. O cotejo entre os meios de administração da substância índice, não proporcionou diferenças estatisticamente significantes.

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Publicado
1982-09-15
Como Citar
Prada, F., Zogno, M. A., & Ghion, E. (1982). Emprego do óxido crômico, para a determinação da digestibilidade aparente da matéria seca, em perus (Meleagris Gallopavo). Revista Da Faculdade De Medicina Veterinária E Zootecnia Da Universidade De São Paulo, 19(2), 183-188. https://doi.org/10.11606/issn.2318-3659.v19i2p183-188
Seção
ZOOTECNIA