Pibid: política educacional ou medida Emergencial?

Autores

  • Ana Claudia Molina Zaqueu UNESP

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2237-1095.v4i2p324-333

Resumo

Neste artigo, discorreremos sobre as possíveis finalidades do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (Pibid), lançado em 2007, por iniciativa do Governo Federal e que, posteriormente, em 2008, foi incorporado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) - quando esta assume, também, a responsabilidade de fomentar ações que envolvem formação docente - com o intuito de incentivar a formação inicial de professores. Para isso, traremos algumas considerações sobre este Programa e ainda, nesta perspectiva, apresentaremos uma problematização envolvendo seus objetivos, sua relação com os modos de se pensar formação de professores e, também, um alerta para a necessidade de olharmos para o Pibid com uma visão não romantizada, trazendo para o texto, indagações que nos levam a pensar se o Pibid foi criado somente para indução à docência e, após seu início, passou a ser visto como uma possível política educacional ou se não é o caso de uma repetição de história tratando-se de mais uma medida emergencial como tantas outras já tomadas no país.

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Biografia do Autor

Ana Claudia Molina Zaqueu, UNESP

Mestranda em Educação Matemática na Unesp de Rio Claro; Licenciada em Matemática pela USP - São Carlos. Estuda as potencialidades das narrativas (auto)biográficas em pesquisa e formação. Membro do Grupo de Pesquisa História Oral e Educação Matemática (GHOEM) e professora colaboradora do Pibid/Matemática da Unesp de Rio Claro.

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Publicado

2014-12-15

Como Citar

Zaqueu, A. C. M. (2014). Pibid: política educacional ou medida Emergencial?. Revista Gestão & Políticas Públicas, 4(2), 324-333. https://doi.org/10.11606/issn.2237-1095.v4i2p324-333

Edição

Seção

Artigos