Cultura e revanche na guerra social: comentários sobre Branco sai, preto fica, de Adirley Queirós

Autores

  • Taiguara Belo de Oliveira Universidade de São Paulo, São Paulo, SP
  • Danielle Edite Ferreira Maciel Universidade de São Paulo, São Paulo, SP

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2316-901X.v0i68p297

Palavras-chave:

Adirley Queirós, Cinema, cultura periférica, conflitos sociais

Resumo

Este ensaio propõe uma reflexão sobre o longa-metragem brasileiro Branco sai, preto fica (2014), dirigido por Adirley Queirós, e sua pertinência histórica ao capturar o drama atingido pela dinâmica política e cultural do país. O híbrido de documentário e ficção formaliza embates com a nova forma de produção artística que se difunde junto aos coletivos culturais desde a década de 1990, ao passo que discute as vicissitudes da experiência social periférica. Por fim, o ensaio sugere que a ousadia estética do filme apreende um movimento contemporâneo de ruptura – não isento de impasses – com mediações emergenciais que deram alento ao capitalismo no Brasil nos últimos anos.

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Biografia do Autor

Taiguara Belo de Oliveira, Universidade de São Paulo, São Paulo, SP

Doutorando do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA/USP).

Danielle Edite Ferreira Maciel, Universidade de São Paulo, São Paulo, SP

Doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação da Escola de Comunicações e Artes da Universidade.

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Publicado

2017-12-13

Como Citar

Oliveira, T. B. de, & Maciel, D. E. F. (2017). Cultura e revanche na guerra social: comentários sobre Branco sai, preto fica, de Adirley Queirós. Revista Do Instituto De Estudos Brasileiros, (68), 12-31. https://doi.org/10.11606/issn.2316-901X.v0i68p297

Edição

Seção

Artigos