A lâmina que opera: um estudo sobre João Cabral e Marianne Moore

Autores

  • Fábio José Santos de Oliveira Universidade Federal do Maranhão, Bacabal, MA

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2316-901X.v0i68p145-163

Palavras-chave:

Literatura comparada, João Cabral de Melo Neto, Marianne Moore, objetividade

Resumo

Pode-se afirmar que um dos pontos mais característicos da poética de João Cabral de Melo Neto (1920-1999) é a metalinguagem, e uma metalinguagem não raro associada também a um juízo estético sobre outros escritores e artistas. Um bom exemplo dessa poesia “crítica” cabralina são seus textos sobre a poeta norte-americana Marianne Moore (1887- 1972). No total, são cinco os textos em que Moore e/ou sua obra aparecem como assunto de poesia. Sabendo também que, em João Cabral, esse juízo crítico sobre outros muitas vezes reflete uma visão crítica sobre seu próprio trabalho artístico, este estudo objetiva averiguar certas implicações estéticas estabelecidas nesses poemas de Cabral sobre Marianne Moore.

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Biografia do Autor

Fábio José Santos de Oliveira, Universidade Federal do Maranhão, Bacabal, MA

Professor adjunto de Teoria Literária e Literatura Brasileira da Universidade Federal do Maranhão (UFMA – campus III – Bacabal) e coordenador do Grupo de Pesquisa em Literatura Comparada (GELC/CNPq).

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Publicado

2017-12-13

Como Citar

Oliveira, F. J. S. de. (2017). A lâmina que opera: um estudo sobre João Cabral e Marianne Moore. Revista Do Instituto De Estudos Brasileiros, (68), 145-163. https://doi.org/10.11606/issn.2316-901X.v0i68p145-163

Edição

Seção

Artigos