O canteiro do poeta-arquiteto a conduta criativa de João Cabral de Melo Neto à luz de seus manuscritos

Autores

  • Francisco José Gonçalves Lima Rocha Universidade de São Paulo USP

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2316-901X.v0i55p127-147

Palavras-chave:

João Cabral de Melo Neto, arquitetura, crítica genética

Resumo

Neste artigo repensamos a metáfora do “poeta-engenheiro”, ou “poeta-arquiteto”, que geralmente caracteriza o processo criativo de João Cabral de Melo Neto, à luz de uma leitura genética de manuscritos de A educação pela pedra. Veremos que o “arquiteto” da metáfora provém da teoria de Le Corbusier, na qual o desenho (a concepção) determina o canteiro (a execução). No entanto, a análise de transformações de estruturas por meio de reformulações textuais nos manuscritos do poeta mostra que, por vezes, o projeto, ou intenção, se transforma nos trabalhos da página-canteiro.

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Biografia do Autor

Francisco José Gonçalves Lima Rocha, Universidade de São Paulo USP

Doutor em Letras pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo e pelo Département des Études Portugaises, Brésiliennes et de l’Afrique Lusophone da Universidade Paris 8 (regime de cotutela). Atualmente, desenvolve pesquisa de pós-doutorado no Instituto de Estudos Brasileiros da Universidade de São Paulo USP

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Publicado

2012-09-01

Como Citar

Rocha, F. J. G. L. (2012). O canteiro do poeta-arquiteto a conduta criativa de João Cabral de Melo Neto à luz de seus manuscritos. Revista Do Instituto De Estudos Brasileiros, (55), 127-147. https://doi.org/10.11606/issn.2316-901X.v0i55p127-147

Edição

Seção

Artigos