Chico Bororó Mignone

Autores

  • Arnaldo D. Contier

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2316-901X.v0i42p11-29

Palavras-chave:

História, Popular, Memória, Nacionalismo, Música

Resumo

Este artigo se propõe a analisar a construção de uma memória sobre o popular, o italiano e o brasileiro na obra de Francisco Mignone em um contexto histórico cultural específico: os conflitos da tendência modernista na música em face do pós-romantismo (tradição) e das vanguardas européias dos anos 20 e 30. A partir dos artigos de Mário de Andrade e do testemunho do Autor d´O Inocente, procuramos discutir a sacralização de uma memória construída nos anos 20 e 30, no calor da hora, como a representação de uma verdade histórica, pelo historiador Bruno Kiefer, em 1983.

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Biografia do Autor

Arnaldo D. Contier

Professor de História da Cultura da Escola de Comunicações e Artes, Universidade de São Paulo

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Publicado

1997-01-31

Como Citar

Contier, A. D. (1997). Chico Bororó Mignone. Revista Do Instituto De Estudos Brasileiros, (42), 11-29. https://doi.org/10.11606/issn.2316-901X.v0i42p11-29

Edição

Seção

Música Brasileira: Centenários em 97