"Bonita" natureza e romantismo, forma e canção em Tom Jobim

Autores

  • Gabriel S. S. Lima Rezende Universidade Federal da Integração Latinoamericana
  • Rafael dos Santos Universidade Estadual de Campinas

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2316-901X.v0i59p97-128

Resumo

Neste artigo se discute o papel que a natureza cumpre em dois âmbitos distintos da trajetória de Tom Jobim. Partindo do mais explícito, o ecológico, aborda-se a questão que gira em torno da erosão da natureza pela ação do homem e da busca por uma experiência integradora. Essa discussão abre as portas para o problema central do artigo, situado no âmbito menos evidente da produção estética: delimitar e analisar o papel que a natureza cumpre na elaboração formal da canção "Bonita". A análise é mediada por considerações sobre certas transformações ocorridas na esfera da produção de música popular no Brasil na década de 1950, e alinhavada pela discussão a respeito da incorporação de aspectos do romantismo no pensamento e na obra de Jobim. Por fim, apresenta-se uma problematização que coloca em relação os dois âmbitos de sua trajetória que foram comentados: ecologia e estética3 .

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Publicado

2014-12-01

Como Citar

Rezende, G. S. S. L., & Santos, R. dos. (2014). "Bonita" natureza e romantismo, forma e canção em Tom Jobim . Revista Do Instituto De Estudos Brasileiros, (59), 97-128. https://doi.org/10.11606/issn.2316-901X.v0i59p97-128

Edição

Seção

Dossiê Canção Brasileira: Popular, Tradicional, Erudita