Marcadores para vírus da hepatite B e C em pacientes com esquistossomose mansônica hepatoesplênica

Autores/as

  • Renata Telles Rudge de AQUINO Santa Casa de São Paulo; Faculdade de Ciências Médicas
  • Pedro Paulo CHIEFFI Instituto de Medicina Tropical de São Paulo
  • Sônia de Marques CATUNDA Santa Casa de São Paulo; Faculdade de Ciências Médicas
  • Maria Fátima ARAÚJO Santa Casa de São Paulo; Faculdade de Ciências Médicas
  • Manoel Carlos Sampaio de Almeida RIBEIRO Santa Casa de São Paulo; Faculdade de Ciências Médicas
  • Eliane Figueiredo TADDEO Santa Casa de São Paulo; Faculdade de Ciências Médicas
  • Ernani Geraldo ROLIM Santa Casa de São Paulo; Faculdade de Ciências Médicas

Palabras clave:

Schistosomiasis, Mansonic Schistosomiasis, Hepatitis, B Virus, C Virus

Resumen

OBJETIVO: Avaliar a freqüência e repercussões da co-infecção com os vírus B e C da hepatite em pacientes com esquistossomose hépato-esplênica (EHE) MÉTODOS: Marcadores sorológicos dos vírus B e C, exposição aos fatores de risco, determinações bioquímicas, endoscopia digestiva alta e ultrassonografia abdominal foram avaliados em 101 portadores de EHE entre 1994 e 1997. A PCR e a análise dos aspectos histopatológicos foram realizadas quando possível. RESULTADOS: Pelo menos um marcador sorológico do vírus B foi identificado em 15,8% e o anti-HCV em 12,9% dos pacientes. A média de idade foi significativamente superior nos soropositivos. O antecedente de tranfusão sangüínea correlacionou-se significativamente com a presença de anti-HCV. A relação entre os pacientes HBsAg positivos e o total de indivíduos expostos ao vírus B foi de 18,75%. Dentre os anti-HCV positivos, 84,6% apresentaram indícios de infecção viral em atividade. Os pacientes com infecção viral atual apresentaram maior média das aminotransferases, maior freqüência de descompensação hépato-celular e de hepatite crônica. Não se observaram alterações nos parâmetros relativos à hipertensão portal. CONCLUSÕES: A freqüência de marcadores sorológicos para os vírus B e C nos portadores de EHE foi significativamente superior à do grupo controle. A co-infecção foi responsável por uma maior freqüência de descompensação hépato-celular.

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Publicado

2000-12-01

Número

Sección

Hepatitis

Cómo citar

AQUINO, R. T. R. de, CHIEFFI, P. P., CATUNDA, S. de M., ARAÚJO, M. F., RIBEIRO, M. C. S. de A., TADDEO, E. F., & ROLIM, E. G. (2000). Marcadores para vírus da hepatite B e C em pacientes com esquistossomose mansônica hepatoesplênica . Revista Do Instituto De Medicina Tropical De São Paulo, 42(6), 313-320. https://revistas.usp.br/rimtsp/article/view/30465