https://www.revistas.usp.br/risco/issue/feed Risco Revista de Pesquisa em Arquitetura e Urbanismo (Online) 2021-01-20T20:49:52-03:00 Tomás Antonio Moreira risco@sc.usp.br Open Journal Systems <p><strong>RISCO - Revista de Pesquisa em Arquitetura e Urbanismo</strong>, fundada em 2003, é uma revista científica do Instituto de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (IAU-USP).&nbsp;ISSN:&nbsp;1984-4506</p> <p>A revista&nbsp;visa ampliar o debate teórico, histórico e crítico em arquitetura e urbanismo, buscando no trabalho interdisciplinar - junto à história, à geografia, à engenharia, às ciências sociais, às artes, à filosofia e à literatura - uma renovação do olhar e das práticas da pesquisa. A revista almeja contribuir para o estreitamento do diálogo e trocas entre as pesquisas realizadas nos diversos centros e institutos de pesquisa nacionais e internacionais.&nbsp;</p> <p>A revista&nbsp;se encontra indexada nas bases:&nbsp;“AI - Actualidad Iberoamericana”, “ARLA - Asociación de Revistas Latinoamericanas de Arquitectura”, "ASI - Advanced Sciences Index",“BASE - Bielefeld Academic Search Engine”,&nbsp;"DIADORIM - Diretório de Políticas Editoriais das Revistas Científicas Brasileiras", “DOAJ - Directory of Open Access Journals”, “SJIF – Scientific Journal Impact Factor”; “Latindex - Sistema Regional de Información en Línea para Revistas Científicas de América Latina, el Caribe, España y Portugal” e “MIAR - Matriz de Información para el Análisis de Revistas”.</p> https://www.revistas.usp.br/risco/article/view/164460 Mobilidade urbana em São José dos Campos: uma construção como direito de ir e vir ou direito à cidade? 2020-03-10T21:01:25-03:00 Federica Giovanna Fochesato federicagf@yahoo.com Paulo Romano Reschilian pauloromano@univap.br <p>O artigo trata de analisar a maneira como a mobilidade urbana vem sendo construída em São José dos Campos, SP, ressaltando que o município instituiu sua Política Municipal de Mobilidade Urbana em 2016.. Por meio de análises da Pesquisa Origem e Destino, da Política Municipal de Mobilidade Urbana do município, e valendo-se do método de observação do território, o artigo discutirá como tal tema carece ainda de um renovado diálogo junto à sociedade para que possa ser contextualizado devidamente dentro do planejamento urbano e regional.</p> 2021-03-01T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Federica Giovanna Fochesato, Paulo Romano Reschilian, Dr https://www.revistas.usp.br/risco/article/view/162069 Utilização de Material Cerâmico proveniente do RCD Para Aplicação em Concreto: uma revisão 2020-05-05T17:04:16-03:00 Danillo Almeida e Silva arq.danillo@gmail.com Carlos Eduardo Luna de Melo carlosluna@unb.br <p>Os resíduos sólidos, produzidos a partir das atividades de construção e demolição, chegam a vários milhões de toneladas diariamente. Dentre estes resíduos, o material cerâmico “tijolos, telhas e revestimentos cerâmicos” está entre os mais abundantes. Nos últimos anos, inúmeras pesquisas foram realizadas para a produção de concretos mais ecológicos. O uso de resíduo cerâmico como agregado graúdo e miúdo para produção de concretos é uma das abordagens comumente pesquisadas, porém pesquisas recentes estão estudando a viabilidade da utilização de pó cerâmico como substituição de cimentos para produção de concretos. Os resultados apontam que a substituição de cimento por pó de cerâmica vermelha pode melhorar algumas propriedades do concreto, devido ao potencial de reatividade pozolânica das partículas de pó cerâmico.</p> 2021-02-24T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Danillo Almeida e Silva, Carlos Eduardo Luna de Melo https://www.revistas.usp.br/risco/article/view/159431 Habitação Social e o Programa de Urbanização de Favelas: o conjunto Paraisópolis, em São Paulo 2020-01-18T00:02:32-03:00 Ana Carolina Carvalho Figueiredo ana.cfigueiredo1@gmail.com <p>O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) aponta que cerca de 3,5 bilhões de pessoas, ou seja, metade da população humana, vive nas cidades e que a tendência é que este número alcance quase 60% em 2030. Enquanto isso, o número de habitantes em favelas também cresce e já ultrapassa os 828 milhões no mundo. Considerando tal cenário, o presente artigo apresenta um panorama da produção da habitação de interesse social no Brasil, com enfoque especial na cidade de São Paulo. Neste contexto o artigo presente vem apresentar a atuação do Programa de Urbanização de Favelas na capital paulista destacando o projeto do Complexo Paraisópolis, localizado na Zona Sul do município. Foram utilizadas como ferramentas metodológicas, neste sentido, pesquisa bibliográfica e documental, bem como entrevistas. O resultado final aponta o cenário da cidade de São Paulo, a partir de um caso específico da segunda maior favela da cidade, onde algumas ações pontuais vêm sendo feitas no sentido de ampliar o acesso à moradia digna e infraestrutura, ainda que existam pontos de deficiência que devem ser melhorados na atuação do Estado sobre essas áreas de vulnerabilidade.</p> 2021-02-15T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Ana Carolina Carvalho Figueiredo https://www.revistas.usp.br/risco/article/view/153402 A transformação da paisagem na favela objeto de regularização fundiária 2020-11-05T23:54:41-03:00 Taisa Cintra Dosso taisacintradosso@gmail.com Jonathas Magalhães Pereira da Silva jonathas.silva@puc-campinas.edu.br <p>O trabalho contribui para o debate referente à transformação da paisagem em favelas que ocorreram processos de regularização fundiária. A paisagem é entendida aqui como produto e processo de ocupação do território que revela os conflitos sociais do espaço. A transformação da paisagem urbana revela a profunda mudança nos costumes e hábitos nas relações espaço-tempo. A política pode contribuir para essas mudanças, manifestando-se na paisagem. Num espectro menor, na favela, quando ocorre a política pública de regularização fundiária, a paisagem reflete essa nova forma de ocupação do território, transformando aspectos morfológicos. A favela regularizada é refletida na paisagem em mutação, na paisagem transformada pelo processo.&nbsp;</p> 2021-02-15T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 Taisa Cintra Dosso, Jonathas Magalhães Pereira da Silva https://www.revistas.usp.br/risco/article/view/159488 Coautores Urbanos: cidadãos formais, marginalizados e ativistas urbanos 2020-11-06T00:36:55-03:00 Gabrielle Rocha gq.rocha@yahoo.com.br <p>O presente artigo tem como objeto de estudo os coautores urbanos, responsáveis por exemplificar através do cotidiano o conceito de coautoria urbana. Estes coautores podem atuar através do urbanismo de topo (quando detém algum tipo de poder, seja ele econômico, social ou político) e do urbanismo de base (quando detém pouco ou nenhum poder, ou são menos favorecidos). Neste artigo, é priorizada a atuação da base, na qual foram percebidas semelhanças entre alguns grupos em suas formas de apropriação, visões de cidade e experiências, formando, então, as chamadas camadas coautoras. Assim, são trabalhadas as territorialidades, micropolíticas, corpos e papéis de três camadas coautoras da base: os cidadãos formais, os cidadãos marginalizados e os ativistas urbanos.</p> 2021-02-09T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Gabrielle Rocha https://www.revistas.usp.br/risco/article/view/153236 Slow Cities: uma experiência da contemporaneidade 2019-12-13T18:26:02-03:00 Eloisa Estrela Oliveira eloisa.estrela@gmail.com <p>Na modernidade o capitalismo é a ordem social em ascensão, o capital surge para desterritorializar e mudar a relação das pessoas e instituições com o tempo, com suas identidades e com o território. Num mundo globalizado, cidades caminham para homogeneização. “Fluidez”, velocidade e instabilidade (traços de uma sociedade líquida moderna) fazem surgir movimentos sociais contrários a esta lógica e que passam a questionar seus efeitos sobre os indivíduos, mostrando que existe alternativa para uma vida mais equilibrada e saudável, o <em>slow movement</em> é um deles e dentre suas vertentes, o movimento <em>slow cities</em> surge e traz para a reflexão a necessidade de repensar a vida nas cidades contemporâneas e a necessidade de humanização e de resgate das identidades nestes espaços.</p> <p><strong>Palavras-Chave: Identidade, modernidade líquida, território, <em>slow city</em>.</strong></p> <p> </p> <p><strong> </strong></p> 2021-01-21T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 Eloisa Estrela Oliveira https://www.revistas.usp.br/risco/article/view/157718 Um monumento “colonial” para uma cidade moderna: o conjunto jesuítico do Pátio do Colégio nas comemorações do IV Centenário de São Paulo 2020-03-10T22:15:57-03:00 Roberto dos Santos Canado Junior robertocanado@yahoo.com.br <p>O artigo aborda as mobilizações em prol da reconstrução do conjunto arquitetônico jesuítico do Pátio do Colégio, em São Paulo. Tais mobilizações resultaram na aprovação da Lei Estadual n° 2658 de 1954. Por meio desse instrumento legal, ocorreu a doação da área correspondente ao antigo Colégio aos jesuítas, representados pela Sociedade Brasileira de Educação, e ainda previu a reconstrução como parte das comemorações do IV Centenário de São Paulo. É objetivo desse artigo abordar a dimensão política dessa reconstrução e compreender o seu papel discursivo perante outras iniciativas de comemoração do IV Centenário, com destaque para o Parque Ibirapuera.</p> 2021-01-20T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2021 Roberto dos Santos Canado Junior