Adaptação cultural para o português do Brasil da escala de avaliação de dor Face, Legs, Activity, Cry, Consolability revised(FLACCr)

Autores

  • Edna Aparecida Bussotti Universidade Federal de São Paulo; Escola Paulista de Enfermagem
  • Ruth Guinsburg Universidade Federal de São Paulo; Escola Paulista de Medicina
  • Mavilde da Luz Gonçalves Pedreira Universidade Federal de São Paulo; Escola Paulista de Enfermagem

DOI:

https://doi.org/10.1590/0104-1169.0001.2600

Resumo

Objetivo:realizar a tradução para a língua portuguesa do Brasil e adaptação cultural da escala Face, Legs, Activity, Cry, Consolability revised(FLACCr), com crianças de até 18 anos de idade, acometidas por paralisia cerebral, apresentando ou não comprometimento cognitivo e impossibilitadas de relatar sua dor.Método:estudo de desenvolvimento metodológico de tradução para o português e adaptação cultural da FLACCr. Após aprovação do comitê de ética, o processo contemplou tradução e retrotradução, avaliação da tradução e da retrotradução utilizando a técnica de Delphi e avaliação da equivalência cultural. O processo incluiu as cinco categorias da escala e as quatro orientações de aplicação, considerando nível de concordância igual ou maior a 80%.Resultados:foram necessários três ciclos da técnica de Delphi para consenso entre os juízes. A concordância obtida para as cinco categorias foi: Face 95,5%, Pernas 90%, Atividade 94,4%, Choro 94,4% e Consolabilidade 99,4%. As quatro orientações alcançaram os seguintes níveis de consenso: 1ª 99,1%, 2ª 99,2%, 3ª 99,1% e 4ª 98,3%.Conclusão:o método possibilitou o desenvolvimento da tradução e adaptação cultural da FLACCr. Sendo um estudo capaz de ampliar o conhecimento de profissionais brasileiros sobre a avaliação da dor em crianças com PC.

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Publicado

2015-08-01

Como Citar

Bussotti, E. A., Guinsburg, R., & Pedreira, M. da L. G. (2015). Adaptação cultural para o português do Brasil da escala de avaliação de dor Face, Legs, Activity, Cry, Consolability revised(FLACCr) . Revista Latino-Americana De Enfermagem, 23(4), 651-659. https://doi.org/10.1590/0104-1169.0001.2600

Edição

Seção

Artigos Originais