Efeito agudo do exercício aeróbio em diferentes intensidades no transporte mucociliar de pacientes com DPOC

Autores

  • Marceli R. Leite Universidade Estadual Paulista. Faculdade de Ciências e Tecnologia. Departamento de Fisioterapia
  • Ercy Mara C. Ramos Universidade Estadual Paulista. Faculdade de Ciências e Tecnologia
  • Ana Paula C. F. Freire Universidade Estadual Paulista. Faculdade de Ciências e Tecnologia. Departamento de Fisioterapia
  • Bruna S. de Alencar Silva Universidade Estadual Paulista. Faculdade de Ciências e Tecnologia. Departamento de Fisioterapia
  • Juliana Nicolino Universidade Estadual Paulista. Faculdade de Ciências e Tecnologia. Departamento de Fisioterapia
  • Alessandra C. de Toledo Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina. Departamento de Clinica Médica
  • Luiz Carlos M. Vanderle Universidade Estadual Paulista. Faculdade de Ciências e Tecnologia
  • Dionei Ramos Universidade Estadual Paulista. Faculdade de Ciências e Tecnologia

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2176-7262.v48i6p523-532

Palavras-chave:

Tratamento Aeróbio. Terapia por Exercício. Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica. Depuração Mucociliar

Resumo

Modelo do Estudo: Experimental. Objetivo(s) do estudo: Analisar o efeito agudo do exercício aeróbio em diferentes intensidades no transporte mucociliar de pacientes com DPOC, bem como investigar possíveis associações do sistema nervoso autônomo nesta resposta. Metodologia: Foram analisados 22 pacientes com DPOC que realizaram avaliação inicial para coleta de dados pessoais e espirometria a fim de avaliar a função pulmonar. Realizou-se um teste progressivo em esteira ergométrica para prescrição do exercício aeróbio. Por fim foram realizadas duas sessões de exercício aeróbio randomizadas em esteira ergométrica com intensidade de 60% e 90% do pico da velocidade atingida no teste incremental (vVO2pico) com pelo menos 24 horas de descanso entre elas. O transporte mucociliar foi avaliado antes e após realização do exercício por meio do teste do tempo de trânsito da sacarina (TTS). A avaliação da modulação autonômica foi realizada por meio da variabilidade da frequência cardíaca (VFC) a qual prosseguiu durante todo o protocolo. Resultados: Os valores obtidos no teste de TTS dos pacientes com DPOC após exercício aeróbio a 60% da vVO2pico (9,08 ± 4,96 minutos) foi menor comparado ao TTS antes do exercício (11,96 ± 6,31; p = 0,005). O que também ocorreu após exercício aeróbio a 90% da vVO2pico (8,90 ± 4,21 minutos) quando comparado ao momento basal (12,94 ± 7,22; p = 0,023). As análises de correlação entre os valores finais de TTS e índices da VFC não apontaram diferenças significativas. Conclusões: Pacientes com DPOC apresentaram aceleração da transportabilidade mucociliar frente a uma sessão de exercício aeróbio. Não foi possível observar associação da modulação autonômica nesta resposta após o exercício

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Biografia do Autor

Marceli R. Leite, Universidade Estadual Paulista. Faculdade de Ciências e Tecnologia. Departamento de Fisioterapia

Discente do Departamento de Fisioterapia, Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Estadual Paulista (UNESP). Presidente Prudente

Ercy Mara C. Ramos, Universidade Estadual Paulista. Faculdade de Ciências e Tecnologia

Professor Doutor do Departamento de Fisioterapia, Faculdade de Ciências e Tecnologia - UNESP. Presidente Prudente

Ana Paula C. F. Freire, Universidade Estadual Paulista. Faculdade de Ciências e Tecnologia. Departamento de Fisioterapia

Discente do Departamento de Fisioterapia, Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Estadual Paulista (UNESP). Presidente Prudente

Bruna S. de Alencar Silva, Universidade Estadual Paulista. Faculdade de Ciências e Tecnologia. Departamento de Fisioterapia

Discente do Departamento de Fisioterapia, Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Estadual Paulista (UNESP). Presidente Prudente

Juliana Nicolino, Universidade Estadual Paulista. Faculdade de Ciências e Tecnologia. Departamento de Fisioterapia

Discente do Departamento de Fisioterapia, Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Estadual Paulista (UNESP). Presidente Prudente

Luiz Carlos M. Vanderle, Universidade Estadual Paulista. Faculdade de Ciências e Tecnologia

Professor Doutor do Departamento de Fisioterapia, Faculdade de Ciências e Tecnologia - UNESP. Presidente Prudente

Dionei Ramos, Universidade Estadual Paulista. Faculdade de Ciências e Tecnologia

Professor Doutor do Departamento de Fisioterapia, Faculdade de Ciências e Tecnologia - UNESP. Presidente Prudente

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Publicado

2015-12-20

Como Citar

1.
Leite MR, Ramos EMC, Freire APCF, Silva BS de A, Nicolino J, Toledo AC de, Vanderle LCM, Ramos D. Efeito agudo do exercício aeróbio em diferentes intensidades no transporte mucociliar de pacientes com DPOC. Medicina (Ribeirão Preto) [Internet]. 20 de dezembro de 2015 [citado 15 de agosto de 2022];48(6):523-32. Disponível em: https://www.revistas.usp.br/rmrp/article/view/114908

Edição

Seção

Artigo Original
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