Protocolos para tratamento da cefaléia aguda, em unidade de emergência

Autores

  • Marcelo E. Bigal
  • Carlos A. Bordini
  • José G. Speciali Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FMRP/USP).

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2176-7262.v32i4p486-491

Palavras-chave:

Cefaléia. Serviço Hospitalar de Emergência. Protocolos Clínicos.

Resumo

Importância do problema: cefaléia é dos sintomas mais comuns na prática clínica, responsável por cerca de 9% dos atendimentos em unidades primárias de saúde e por 1% a 3% dos atendimentos em unidades de emergência, acarretando, portanto, considerável impacto econômico sobre o serviço público de saúde.
Comentários: a maioria das unidades de emergência, em nosso meio, não dispõem de drogas utilizadas em outros países para tratamento agudo da cefaléia, como os compostos ergotamínicos
ou triptanos. Os autores revisam aspectos diagnósticos e terapêuticos das cefaléias primárias agudas, propondo protocolos para seu tratamento em uma unidade de emergência.

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Biografia do Autor

Marcelo E. Bigal

Pós-graduando em Neurologia

Carlos A. Bordini

Doutor em Neurologia

José G. Speciali, Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FMRP/USP).

Professor Associado de Neurologia da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FMRP/USP).

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Publicado

1999-12-30

Como Citar

1.
Bigal ME, Bordini CA, Speciali JG. Protocolos para tratamento da cefaléia aguda, em unidade de emergência. Medicina (Ribeirão Preto) [Internet]. 30 de dezembro de 1999 [citado 19 de outubro de 2021];32(4):486-91. Disponível em: https://www.revistas.usp.br/rmrp/article/view/12720

Edição

Seção

Artigo Original
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