O uso de drogas vasoativas em terapia intensiva

Autores

  • Fátima Magro Ostini Disciplina de Terapia Intensiva, Departamento de Cirurgia, Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo.
  • Paulo Antoniazzi Disciplina de Terapia Intensiva, Departamento de Cirurgia, Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo.
  • Antonio Pazin Filho Disciplina de Terapia Intensiva, Departamento de Cirurgia, Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo.
  • Reinaldo Bestetti Disciplina de Terapia Intensiva, Departamento de Cirurgia, Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo.
  • Maria Camila M. Cardoso Disciplina de Terapia Intensiva, Departamento de Cirurgia, Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo.
  • Anibal Basile-Filho Disciplina de Terapia Intensiva, Departamento de Cirurgia, Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo.

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2176-7262.v31i3p400-411

Palavras-chave:

Catecolaminas. Vasodilatadores. Vasoconstritores. Unidade de Terapia Intensiva.

Resumo

Os autores apresentam uma revisão sucinta e objetiva dos principais agentes vasoativos, disponíveis atualmente para uso em terapia intensiva. Suas indicações, doses mais comumente utilizadas, efeitos adversos e cuidados com sua administração são abordados, objetivando-se o uso racional e criterioso desses preciosos auxiliares no tratamento de pacientes graves.

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Biografia do Autor

Fátima Magro Ostini, Disciplina de Terapia Intensiva, Departamento de Cirurgia, Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo.

Médica Intensivista da Unidade de Terapia Intensiva da Unidade de Emergência do Hospital das Clínicas da da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo.

Paulo Antoniazzi, Disciplina de Terapia Intensiva, Departamento de Cirurgia, Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo.

Médico Intensivista da Unidade de Terapia Intensiva da Unidade de Emergência do Hospital das Clínicas da da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo.

Antonio Pazin Filho, Disciplina de Terapia Intensiva, Departamento de Cirurgia, Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo.

Médico Intensivista da Unidade de Terapia Intensiva da Unidade de Emergência do Hospital das Clínicas da da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo.

Reinaldo Bestetti, Disciplina de Terapia Intensiva, Departamento de Cirurgia, Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo.

Médico Intensivista da Unidade de Terapia Intensiva da Unidade de Emergência do Hospital das Clínicas da da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo.

Maria Camila M. Cardoso, Disciplina de Terapia Intensiva, Departamento de Cirurgia, Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo.

Médica Residente da Unidade de Terapia Intensiva da Unidade de Emergência do Hospital das Clínicas da da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo.

Anibal Basile-Filho, Disciplina de Terapia Intensiva, Departamento de Cirurgia, Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo.

Professor Assistente, Doutor e Chefe – Disciplina de Terapia Intensiva do Departamento de Cirurgia, Ortopedia e Traumatologia da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo.

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Publicado

1998-09-30

Como Citar

1.
Ostini FM, Antoniazzi P, Pazin Filho A, Bestetti R, Cardoso MCM, Basile-Filho A. O uso de drogas vasoativas em terapia intensiva. Medicina (Ribeirão Preto) [Internet]. 30 de setembro de 1998 [citado 22 de setembro de 2021];31(3):400-11. Disponível em: https://www.revistas.usp.br/rmrp/article/view/7694

Edição

Seção

Simpósio: Medicina Intensiva: I. Infecção e Choque
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