A acessibilidade arquitetônica interfere na usabilidade de indivíduos com mobilidade reduzida?

Autores

  • Bárbara Guerra Salles Universidade Federal de Minas Gerais; PET Terapia Ocupaciona
  • Flora Pereira Guerra Universidade Federal de Minas Gerais; PET Terapia Ocupaciona
  • Érika Akemi Soki Universidade Federal de Minas Gerais; PET Terapia Ocupaciona
  • Mariana Luiza Guimarães Costa Universidade Federal de Minas Gerais; PET Terapia Ocupaciona
  • Márcia Bastos Rezende Universidade Federal de Minas Gerais; Departamento de Terapia Ocupacional

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2238-6149.v21i1p83-88

Palavras-chave:

Limitação da mobilidade, Estruturas de acesso^i1^snor, Avaliação da deficiência, Defesa das pessoas com deficiência, Acesso aos serviços de saúde, Architectural accessibility^i2^sstanda

Resumo

Um dos focos da intervenção terapêutica ocupacional refere-se à inclusão de indivíduos em atividades de sua vida cotidiana, com o máximo de independência e autonomia possíveis. Além da avaliação do espaço físico (acessibilidade), cabe ao profissional verificar a usabilidade, que consiste na avaliação subjetiva do indivíduo sobre como o ambiente restringe suas atividades. Realizou-se este estudo com o intuito de investigar, sob o ponto de vista dos usuários com mobilidade reduzida (MR), se as condições arquitetônicas interferem nas atividades e participação dos mesmos na Escola de Educação Física, Fisioterapia e Terapia Ocupacional (EEFFTO) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), além de averiguar a satisfação desses em relação ao suporte oferecido pela UFMG e suas sugestões de adequação. Para tanto, desenvolveu-se um estudo descritivo, do tipo survey. Aplicou-se um questionário, no período de maio a setembro de 2008, para uma amostra de 26 indivíduos. O questionário contém 4 questões abertas e 21 questões fechadas. As questões iniciais eram para descrever a amostra, enquanto as demais abordaram o acesso e o uso do espaço físico. Quanto à acessibilidade da EEFFTO em geral, 73% dos indivíduos classificaram como tendo "Ótimas condições de acesso". Isso refletiu a satisfação da maioria dos usuários neste aspecto, apesar do não atendimento integral às regras da ABNT já ter sido constatado em estudo preliminar; logo, os resultados sugerem que as barreiras arquitetônicas não interferem na usabilidade desses usuários.

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Publicado

2010-04-01

Como Citar

Salles, B. G., Guerra, F. P., Soki, Érika A., Costa, M. L. G., & Rezende, M. B. (2010). A acessibilidade arquitetônica interfere na usabilidade de indivíduos com mobilidade reduzida? . Revista De Terapia Ocupacional Da Universidade De São Paulo, 21(1), 83-88. https://doi.org/10.11606/issn.2238-6149.v21i1p83-88

Edição

Seção

Artigo Original