Intemperismo subtropical de minerais em saprolitos ácidos do Sul do Brasil

Autores/as

  • Celso Augusto Clemente USP; ESALQ; Depto. de Ciência do Solo
  • Antonio Carlos de Azevedo USP; ESALQ; Depto. de Ciência do Solo

DOI:

https://doi.org/10.1590/S0103-90162007000600007

Palabras clave:

Bacia do Paraná, riodacitos, pagioclasios, piroxênios, magnetitas

Resumen

O intemperismo de minerais primários disponibiliza elementos químicos no ciclo biogeoquímico, que por sua vez influencia a qualidade da água subterrânea, formação de minerais secundários e o fluxo de nutrientes na cadeia trófica. Com base na análise microscópica e elemental, o intemperismo de riodacito da formação Serra Geral foi caracterizado e mecanismos de intemperismo propostos. Três processos principais de intemperismo de fenocristais de plagioclásios foram identificados: plagioclásio para gibbsita (Pg1); plagioclásio para gel e gibbsita (Pg2), e plagioclásio para gel, gibbsita e caulinita (Pg3). Piroxênios intemperizaram-se para esmectita e goetita (Py1), ou para goethita e gibbsita (Py2), e magnetita intemperizou-se para óxidos de ferro. A matriz da rocha compõe 90% do volume total, e intemperiza-se para caulinita e gibbsita, o que explica a abundância destes minerais nos produtos de intemperismo destes saprolitos.

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Publicado

2007-12-01

Número

Sección

Soils and Plant Nutrition

Cómo citar

Intemperismo subtropical de minerais em saprolitos ácidos do Sul do Brasil . (2007). Scientia Agricola, 64(6), 601-607. https://doi.org/10.1590/S0103-90162007000600007