Auto-mise-en-scène: ficção e documentário na cena contemporânea

Autores

  • Sérgio Vinagre Mocarzel (Evaldo Mocarzel) Universidade São Paulo

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2238-3867.v14i2p171-181

Palavras-chave:

Auto-mise-en-scène, Teatro, Documentário

Resumo

RESUMO: A partir do espetáculo Conversas com Meu Pai, o ensaio tem como objetivo analisar o diálogo linguístico do teatro com o filme documentário, e vice-versa, no cenário artístico contemporâneo, utilizando conceitos como “auto-mise-en-scène”, criado pela pesquisadora Claudine de France e aprofundado pelo ensaísta e também cineasta Jean-Louis Comolli em sua coletânea de artigos Ver e Poder – A inocência Perdida: cinema, televisão, ficção, documentário, lançada no Brasil pela editora da UFMG em 2008.

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Biografia do Autor

Sérgio Vinagre Mocarzel (Evaldo Mocarzel), Universidade São Paulo

Evaldo Mocarzel nasceu em 1960 em Niterói, Rio de Janeiro. Formou-se em Cinema na Universidade Federal Fluminense. Trabalhou como jornalista e foi editor do Caderno 2, do jornal O Estado de São Paulo, durante oito anos. Cursou Cinema na New York Film Academy e fez parte durante quatro anos do Círculo de Dramaturgia do diretor Antunes Filho, no CPT,em São Paulo. Realizouos curtas Pictures in the Park (1999) e À Margem da Imagem (2001). Retomou o tema deste último, a vida de moradores de rua

em São Paulo, transformando-o num longa, também chamado À Margem da Imagem (2003). Depois realizou os seguintes filmes: Mensageiras da Luz - Parteiras da Amazônia (curta e longa 2004); Primeiros Passos (2005); Do Luto à Luta (2005); À Margem do Concreto (2006); Jardim Ângela (2007); O Cinema dos Meus Olhos (2007); Brigada Pára-quedista (2007), Sentidos à Flor da Pele (2008), À Margem do Lixo (2008), BR-3 (a peça) e BR-3 (o documentário) (2009), Quebradeiras (2009), Cinema de Guerrilha (2010), São Paulo Companhia de Dança (2010), Cuba Libre (2011), Hysteria (2012), A Última Palavra é a Penúltima (2012), Antártica (2013) e “Dizer e Não Pedir Segredo (2013). Como dramaturgo, escreveu as seguintes peças: É o Bicho - A Ordem Natural das Coisas (infantil com direção de Rosi Campos e Cláudia Borioni em 2003), RG (encenada por José Renato em 2004), A Caçada (ainda inédita), Tragicomédia de um Homem Misógino (encenada por André Guerreiro Lopes em 2009), Kastelo (livre adaptação da obra de Kafka, com encenação do Teatro da Vertigem em 2010), A Conquista da Peste (também ainda inédita), “Satyricon” (livre adaptação da obra de Petrônio com encenação do grupo Os Satyros em 2012) e Fome de Notícia (encenada no Centro Cultural São Paulo em 2013 com direção de Maurício Perussi). 

 

Evaldo Mocarzel nasceu em 1960 em Niterói, Rio de Janeiro. Formou-se em Cinema na Universidade Federal Fluminense. Trabalhou como jornalista e foi editor do Caderno 2, do jornal O Estado de São Paulo, durante oito anos. Cursou Cinema na New York Film Academy e fez parte durante quatro anos do Círculo de Dramaturgia do diretor Antunes Filho, no CPT,em São Paulo. Realizouos curtas Pictures in the Park (1999) e À Margem da Imagem (2001). Retomou o tema deste último, a vida de moradores de rua

em São Paulo, transformando-o num longa, também chamado À Margem da Imagem (2003). Depois realizou os seguintes filmes: Mensageiras da Luz - Parteiras da Amazônia (curta e longa 2004); Primeiros Passos (2005); Do Luto à Luta (2005); À Margem do Concreto (2006); Jardim Ângela (2007); O Cinema dos Meus Olhos (2007); Brigada Pára-quedista (2007), Sentidos à Flor da Pele (2008), À Margem do Lixo (2008), BR-3 (a peça) e BR-3 (o documentário) (2009), Quebradeiras (2009), Cinema de Guerrilha (2010), São Paulo Companhia de Dança (2010), Cuba Libre (2011), Hysteria (2012), A Última Palavra é a Penúltima (2012), Antártica (2013) e “Dizer e Não Pedir Segredo (2013). Como dramaturgo, escreveu as seguintes peças: É o Bicho - A Ordem Natural das Coisas (infantil com direção de Rosi Campos e Cláudia Borioni em 2003), RG (encenada por José Renato em 2004), A Caçada (ainda inédita), Tragicomédia de um Homem Misógino (encenada por André Guerreiro Lopes em 2009), Kastelo (livre adaptação da obra de Kafka, com encenação do Teatro da Vertigem em 2010), A Conquista da Peste (também ainda inédita), “Satyricon” (livre adaptação da obra de Petrônio com encenação do grupo Os Satyros em 2012) e Fome de Notícia (encenada no Centro Cultural São Paulo em 2013 com direção de Maurício Perussi). 

 

 Evaldo Mocarzel é cineasta e dramaturgo.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Referências

Rancière, Jacques. O Espectador Emancipado. São Paulo: Editora Martins Fontes, 2012.

Odin, Roger. Filme documentário, leitura documentarizante, in: Significação. número 37. Janeiro-junho 2012, pgs. 10-30. Acessível em: HTTP:www.usp.br/significação/

Comolli, Jean-Louis. Ver e Poder – A inocência perdida: o cinema, televisão, ficção, documentário. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2008.

Saison, Marivonne. Les Théâtre du Réel – Pratiques de la représentation dans le théâtre contemporain. Paris: L’Harmatan, 2000.

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Publicado

2014-12-20

Como Citar

Mocarzel (Evaldo Mocarzel), S. V. (2014). Auto-mise-en-scène: ficção e documentário na cena contemporânea. Sala Preta, 14(2), 171-181. https://doi.org/10.11606/issn.2238-3867.v14i2p171-181

Edição

Seção

DOSSIÊ ESPETÁCULO