https://www.revistas.usp.br:443/salapreta/issue/feedSala Preta2020-08-17T17:22:32-03:00Elizabeth R. Azevedo / Sérgio de Carvalhosalapreta@usp.brOpen Journal SystemsPublicação do Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da Escola de Comunicações e Artes da USP. Teatro, Artes Cênicas, Revista, Acesso Abertohttps://www.revistas.usp.br:443/salapreta/article/view/173609Editorial2020-08-17T17:22:32-03:00Sérgio de Carvalhosalapreta.editores@gmail.com2020-08-13T00:00:00-03:00##submission.copyrightStatement##https://www.revistas.usp.br:443/salapreta/article/view/167851Kantan – Travesseiro dos sonhos de Yukio Mishima2020-08-17T17:22:32-03:00Kimiko Uchigasaki Pinheirogloriamagalhaes@gmail.comMaria da Glória Magalhães dos Reisgloriamagalhaes@gmail.com<p>O presente artigo apresenta a tradução da peça <em>Kantan - Travesseiro dos sonhos</em> de Yukio Mishima realizada para tese de douramento no Programa de Pós-graduação em Estudos Literários da Universidade de Brasília com a colaboração da professora Tae Suzuki, dos participantes do grupo de pesquisa Literatura, Educação e Dramaturgias Contemporâneas e do coletivo teatral Na classe e em cena. </p>2020-08-13T00:00:00-03:00##submission.copyrightStatement##https://www.revistas.usp.br:443/salapreta/article/view/171539Carta de 23 de abril de Matthias Langhoff a Nicolas Royer, diretor do Espace des Arts, Scène nationale, Chalon-sur-Saône2020-08-17T17:22:32-03:00Matthias Langhoffsalapreta.editores@gmail.comNicolas Royersalapreta.editores@gmail.com<p>Carta de 23 de abril de Matthias Langhoff a Nicolas Royer, diretor do Espaço das Artes, Cena Nacional, Chalon-sur-Saône</p>2020-08-13T16:12:47-03:00##submission.copyrightStatement##https://www.revistas.usp.br:443/salapreta/article/view/171504A experimentação política2020-08-17T17:22:32-03:00Olivier Neveuxsalapreta.editores@gmail.com<p>Paru in M. Losco-Léna (sous la direction de), Faire théâtre sous le signe de la recherche, postface de M. Corvin, Presses Universitaires de Rennes (« Le Spectaculaire »), 2017, pp. 293-303.</p>2020-08-13T00:00:00-03:00##submission.copyrightStatement##https://www.revistas.usp.br:443/salapreta/article/view/17269568 + 74 = 2020? O que resta de político no “teatro político”2020-08-17T17:22:32-03:00Olivier Neveuxsalapreta.editores@gmail.com<p>Conferência realizada dia 14 de dezembro de 2019 no ciclo de conversas “Teatro e Política” que aconteceu no Mira Fórum na cidade do Porto em Portugal</p>2020-08-13T00:00:00-03:00##submission.copyrightStatement##https://www.revistas.usp.br:443/salapreta/article/view/168908Não precisa morrer pra ver Deus2020-08-17T17:22:32-03:00Priscila Saemi Matsunagaprimatsunaga@gmail.com<p>O texto apresenta uma leitura da tragédia Medeia, de Eurípides, em especial a fala do Mensageiro com a qual relata a morte de Gláucia e Creonte. Como hipótese de leitura, a fala apresenta questões relacionadas ao que convencionamos chamar de “fetichismo”. Para encaminhar a discussão, este texto faz considerações sobre a “teoria do valor” em Marx.</p>2020-08-13T16:47:48-03:00##submission.copyrightStatement##https://www.revistas.usp.br:443/salapreta/article/view/169736Tragédia, destino dos ossos2020-08-17T17:22:32-03:00Luiz Paulo Pimentel de Souzaluiz.paulo.souza@usp.br<p>Dialogando com a perspectiva histórica adotada por Raymond Williams em sua análise sobre a experiência trágica, este artigo perspectiva investigar conexões entre o tempo presente e a tragédia. Com base em disputas políticas operadas a partir do par memória-esquecimento, focalizamos a prática da exumação como plataforma para pensarmos a possibilidade de tragédia no contemporâneo. Tal prática é aqui entendida como um procedimento que, ao instaurar ruptura e violência em relação à memória e aos vestígios dos mortos, permite a abertura de um espaço agonístico de tensão política. Dessa maneira, trazemos à tona episódios do período da abertura democrática brasileira (1975-1985) que sublinham o diálogo entre o Estado, a cultura e a produção de narrativas sobre o país. Por fim, aproximando este período do projeto governamental respaldado pela eleição de 2018, avizinhamos os sentidos da experiência trágica contemporânea à estruturação de uma arquitetura política que desprezaria o gesto da exumação em prol da defesa do esquecimento histórico e da irreversibilidade das cinzas.</p>2020-08-13T17:24:02-03:00##submission.copyrightStatement##https://www.revistas.usp.br:443/salapreta/article/view/169767Fuzuê2020-08-17T17:22:32-03:00Carina Maria Guimarães Moreiracarinaguimaraes@ufsj.edu.brRayla Diasrayladias19@outlook.com<p>O artigo apresenta reflexões a respeito das noções de tragédia e trágico a partir das ideias de Peter Szondi em Ensaio sobre o trágico e Raymond Williams em Tragédia moderna, dialogando com as concepções de teatro político de Erwin Piscator e de teatro épico de Bertolt Brecht, bases teóricas da pesquisa artística desenvolvida no Núcleo de Estudos em Teatro Político do Grupo de Pesquisa em História, Política e Cena- Netep/GPHPC/UFSJ. No campo teórico, refletiremos sobre o modo como as dimensões da tragédia e do trágico atuam no campo político da cena, a partir dos modelos citados e de análise de um experimento contemporâneo. Por fim, à luz do conjunto teórico, analisamos o experimento cênico Fuzuê, resultado de pesquisa desenvolvida entre 2015 e 2017, buscando identificar como a dimensão histórica e trágica da exploração social foi ali debatida.</p>2020-08-13T17:59:26-03:00##submission.copyrightStatement##https://www.revistas.usp.br:443/salapreta/article/view/163336A performatividade na dança2020-08-17T17:22:32-03:00Karina Almeidakarina.tit@gmail.comSayonara Pereirasayopessen@gmail.com<p>Este artigo discute como as noções de coreografia, corporeidade e performatividade vem sendo exploradas de um modo experimental desde os anos 1960. Discute-se a noção de performativo na dança através de uma breve análise da peça What the body does not remember (1987), do coreógrafo belga Wim Vandekeybus. Do ponto de vista teórico, Féral, Schechner, Preston-Dunlop e Hantelmann são as principais referências propostas para esta discussão.</p>2020-08-13T18:16:44-03:00##submission.copyrightStatement##https://www.revistas.usp.br:443/salapreta/article/view/167340Lua vermelha em Lisboa2020-08-17T17:22:32-03:00José Batista (Zebba) Dal Farra Martinsdalfarra@usp.br<p>O artigo ensaia um itinerário do autor com Augusto Boal, nos anos de 1977 e 1978, quando participou como músico e diretor musical da montagem lusitana de Zumbi. No percurso, narra os pontos centrais deste caminho, seus impulsos criativos, éticos e políticos, além dos movimentos decorrentes da ação pedagógica de um dos principais artistas teatrais contemporâneos, cuja estatura está por ser reconhecida e traçada, especialmente no âmbito acadêmico brasileiro. Trata-se, em seu núcleo, de cotejar a montagem original do Arena conta Zumbi (São Paulo, 1965) com sua encenação em Portugal (Lisboa, 1978).</p>2020-08-13T00:00:00-03:00##submission.copyrightStatement##https://www.revistas.usp.br:443/salapreta/article/view/170782Atos de profanação2020-08-17T17:22:32-03:00Sílvia Fernandessilviafernands@terra.com.br<p>Este artigo analisa as últimas criações de Janaína Leite feitas ao longo da década de 2010. Conversas com meu pai, estreado em 2014, e especialmente Stabat Mater, apresentado pela primeira vez, ainda em processo de criação, em 2019, são índices da radical trajetória da artista, e refletem uma série de experimentos cênicos e políticos recorrentes em uma parcela do teatro brasileiro do século XXI.</p>2020-08-13T18:23:19-03:00##submission.copyrightStatement##https://www.revistas.usp.br:443/salapreta/article/view/171903Sobre Stabat Mater2020-08-17T17:22:32-03:00Paulo Bio Toledopaulo.v.bio@gmail.com<p>O artigo é um exercício crítico sobre o espetáculo Stabat Mater, criado por Janaína Leite e uma equipe de colaboradoras, em 2019. A montagem se transformou, muito rapidamente, em uma espécie de marco teatral na cidade de São Paulo. Postulados como a “emergência do real”, a implicação da própria artista na substância da obra, mais a busca de uma zona de limiar, na qual se tensionasse a fronteira entre arte e vida, causam espanto e fascínio, porém é provável que também apresentem, como contraface, doses elevadas de idealismo e mistificação. São formulações estéticas fascinantes que reorientam a noção de política nas artes desde os anos 1970, ao mesmo tempo parecem acompanhar e reproduzir novos padrões de consumo cultural e trabalho atomizado vigentes no capitalismo contemporâneo. Em síntese, aquilo que por um lado aparece como transgressão e recusa da desordem do mundo, por outro apresenta um aspecto de realinhamento, adesão e fascínio pela barbárie.</p>2020-08-13T00:00:00-03:00##submission.copyrightStatement##https://www.revistas.usp.br:443/salapreta/article/view/171624Teatros documentários2020-08-17T17:22:32-03:00Maria Lúcia de Souza Barros Pupomalupu@uol.com.br<p>O artigo apresenta o livro Les Théâtres Documentaires, de Béatrice Picon-Vallin e Érica Magris, destacando a amplitude e a relevância da obra.</p>2020-08-13T18:35:33-03:00##submission.copyrightStatement##https://www.revistas.usp.br:443/salapreta/article/view/171538Maria Alice Vergueiro: a acadêmica2020-08-17T17:22:32-03:00Ingrid Dormien Koudelaidormien@usp.br<p>Homenagem a Maria Alice Vergueiro e a seu legado.</p>2020-08-13T00:00:00-03:00##submission.copyrightStatement##