Sala Preta
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Publicação do Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da Escola de Comunicações e Artes da USP. Teatro, Artes Cênicas, Revista, Acesso AbertoUniversidade de São Paulo. Escola de Comunicações e Artespt-BRSala Preta1519-5279<p>Os leitores são livres para utilizar os artigos publicados na Revista, desde que haja sempre menção explícita ao(s) autor(es) e à Revista Sala Preta e que não haja qualquer alteração no trabalho original. Ao submeter um artigo à Revista Sala Preta e tê-lo aprovado os autores concordam em ceder, sem remuneração, os direitos de primeira publicação.</p> <p>O autor se compromete a sempre que publicar material referente ao artigo públicado na revista Sala Preta mencionar a referida publicação da seguinte forma:</p> <p>"Este artigo foi públicado originalmente pela revista Sala Preta em seu volume (cololocar o volume), número (colocar o número) no ano de (colocar o ano) e pode ser acessado em: <a href="/salapreta">http://revistas.usp.br/salapreta</a> "</p>Editorial
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Sérgio de Carvalho
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2020-08-132020-08-132011310.11606/issn.2238-3867.v20i1p1-3Kantan – Travesseiro dos sonhos de Yukio Mishima
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<p>O presente artigo apresenta a tradução da peça <em>Kantan - Travesseiro dos sonhos</em> de Yukio Mishima realizada para tese de douramento no Programa de Pós-graduação em Estudos Literários da Universidade de Brasília com a colaboração da professora Tae Suzuki, dos participantes do grupo de pesquisa Literatura, Educação e Dramaturgias Contemporâneas e do coletivo teatral Na classe e em cena. </p>Kimiko Uchigasaki PinheiroMaria da Glória Magalhães dos Reis
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2020-08-132020-08-1320143110.11606/issn.2238-3867.v20i1p4-31Carta de 23 de abril de Matthias Langhoff a Nicolas Royer, diretor do Espace des Arts, Scène nationale, Chalon-sur-Saône
https://www.revistas.usp.br:443/salapreta/article/view/171539
<p>Carta de 23 de abril de Matthias Langhoff a Nicolas Royer, diretor do Espaço das Artes, Cena Nacional, Chalon-sur-Saône</p>Matthias LanghoffNicolas Royer
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2020-08-132020-08-13201556810.11606/issn.2238-3867.v20i1p55-68A experimentação política
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<p>Paru in M. Losco-Léna (sous la direction de), Faire théâtre sous le signe de la recherche, postface de M. Corvin, Presses Universitaires de Rennes (« Le Spectaculaire »), 2017, pp. 293-303.</p>Olivier Neveux
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2020-08-132020-08-13201324410.11606/issn.2238-3867.v20i1p32-4468 + 74 = 2020? O que resta de político no “teatro político”
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<p>Conferência realizada dia 14 de dezembro de 2019 no ciclo de conversas “Teatro e Política” que aconteceu no Mira Fórum na cidade do Porto em Portugal</p>Olivier Neveux
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2020-08-132020-08-13201455410.11606/issn.2238-3867.v20i1p45-54Não precisa morrer pra ver Deus
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<p>O texto apresenta uma leitura da tragédia Medeia, de Eurípides, em especial a fala do Mensageiro com a qual relata a morte de Gláucia e Creonte. Como hipótese de leitura, a fala apresenta questões relacionadas ao que convencionamos chamar de “fetichismo”. Para encaminhar a discussão, este texto faz considerações sobre a “teoria do valor” em Marx.</p>Priscila Saemi Matsunaga
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2020-08-132020-08-132016910010.11606/issn.2238-3867.v20i1p69-100Tragédia, destino dos ossos
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<p>Dialogando com a perspectiva histórica adotada por Raymond Williams em sua análise sobre a experiência trágica, este artigo perspectiva investigar conexões entre o tempo presente e a tragédia. Com base em disputas políticas operadas a partir do par memória-esquecimento, focalizamos a prática da exumação como plataforma para pensarmos a possibilidade de tragédia no contemporâneo. Tal prática é aqui entendida como um procedimento que, ao instaurar ruptura e violência em relação à memória e aos vestígios dos mortos, permite a abertura de um espaço agonístico de tensão política. Dessa maneira, trazemos à tona episódios do período da abertura democrática brasileira (1975-1985) que sublinham o diálogo entre o Estado, a cultura e a produção de narrativas sobre o país. Por fim, aproximando este período do projeto governamental respaldado pela eleição de 2018, avizinhamos os sentidos da experiência trágica contemporânea à estruturação de uma arquitetura política que desprezaria o gesto da exumação em prol da defesa do esquecimento histórico e da irreversibilidade das cinzas.</p>Luiz Paulo Pimentel de Souza
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2020-08-132020-08-1320110112210.11606/issn.2238-3867.v20i1p101-122Fuzuê
https://www.revistas.usp.br:443/salapreta/article/view/169767
<p>O artigo apresenta reflexões a respeito das noções de tragédia e trágico a partir das ideias de Peter Szondi em Ensaio sobre o trágico e Raymond Williams em Tragédia moderna, dialogando com as concepções de teatro político de Erwin Piscator e de teatro épico de Bertolt Brecht, bases teóricas da pesquisa artística desenvolvida no Núcleo de Estudos em Teatro Político do Grupo de Pesquisa em História, Política e Cena- Netep/GPHPC/UFSJ. No campo teórico, refletiremos sobre o modo como as dimensões da tragédia e do trágico atuam no campo político da cena, a partir dos modelos citados e de análise de um experimento contemporâneo. Por fim, à luz do conjunto teórico, analisamos o experimento cênico Fuzuê, resultado de pesquisa desenvolvida entre 2015 e 2017, buscando identificar como a dimensão histórica e trágica da exploração social foi ali debatida.</p>Carina Maria Guimarães MoreiraRayla Dias
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2020-08-132020-08-1320112313410.11606/issn.2238-3867.v20i1p123-134A performatividade na dança
https://www.revistas.usp.br:443/salapreta/article/view/163336
<p>Este artigo discute como as noções de coreografia, corporeidade e performatividade vem sendo exploradas de um modo experimental desde os anos 1960. Discute-se a noção de performativo na dança através de uma breve análise da peça What the body does not remember (1987), do coreógrafo belga Wim Vandekeybus. Do ponto de vista teórico, Féral, Schechner, Preston-Dunlop e Hantelmann são as principais referências propostas para esta discussão.</p>Karina AlmeidaSayonara Pereira
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2020-08-132020-08-1320117318410.11606/issn.2238-3867.v20i1p173-184Lua vermelha em Lisboa
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<p>O artigo ensaia um itinerário do autor com Augusto Boal, nos anos de 1977 e 1978, quando participou como músico e diretor musical da montagem lusitana de Zumbi. No percurso, narra os pontos centrais deste caminho, seus impulsos criativos, éticos e políticos, além dos movimentos decorrentes da ação pedagógica de um dos principais artistas teatrais contemporâneos, cuja estatura está por ser reconhecida e traçada, especialmente no âmbito acadêmico brasileiro. Trata-se, em seu núcleo, de cotejar a montagem original do Arena conta Zumbi (São Paulo, 1965) com sua encenação em Portugal (Lisboa, 1978).</p>José Batista (Zebba) Dal Farra Martins
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2020-08-132020-08-1320113517210.11606/issn.2238-3867.v20i1p135-172Atos de profanação
https://www.revistas.usp.br:443/salapreta/article/view/170782
<p>Este artigo analisa as últimas criações de Janaína Leite feitas ao longo da década de 2010. Conversas com meu pai, estreado em 2014, e especialmente Stabat Mater, apresentado pela primeira vez, ainda em processo de criação, em 2019, são índices da radical trajetória da artista, e refletem uma série de experimentos cênicos e políticos recorrentes em uma parcela do teatro brasileiro do século XXI.</p>Sílvia Fernandes
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2020-08-132020-08-1320118519710.11606/issn.2238-3867.v20i1p185-197Sobre Stabat Mater
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<p>O artigo é um exercício crítico sobre o espetáculo Stabat Mater, criado por Janaína Leite e uma equipe de colaboradoras, em 2019. A montagem se transformou, muito rapidamente, em uma espécie de marco teatral na cidade de São Paulo. Postulados como a “emergência do real”, a implicação da própria artista na substância da obra, mais a busca de uma zona de limiar, na qual se tensionasse a fronteira entre arte e vida, causam espanto e fascínio, porém é provável que também apresentem, como contraface, doses elevadas de idealismo e mistificação. São formulações estéticas fascinantes que reorientam a noção de política nas artes desde os anos 1970, ao mesmo tempo parecem acompanhar e reproduzir novos padrões de consumo cultural e trabalho atomizado vigentes no capitalismo contemporâneo. Em síntese, aquilo que por um lado aparece como transgressão e recusa da desordem do mundo, por outro apresenta um aspecto de realinhamento, adesão e fascínio pela barbárie.</p>Paulo Bio Toledo
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2020-08-132020-08-1320119821910.11606/issn.2238-3867.v20i1p198-219Teatros documentários
https://www.revistas.usp.br:443/salapreta/article/view/171624
<p>O artigo apresenta o livro Les Théâtres Documentaires, de Béatrice Picon-Vallin e Érica Magris, destacando a amplitude e a relevância da obra.</p>Maria Lúcia de Souza Barros Pupo
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2020-08-132020-08-1320122022810.11606/issn.2238-3867.v20i1p220-228Maria Alice Vergueiro: a acadêmica
https://www.revistas.usp.br:443/salapreta/article/view/171538
<p>Homenagem a Maria Alice Vergueiro e a seu legado.</p>Ingrid Dormien Koudela
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2020-08-132020-08-1320122924410.11606/issn.2238-3867.v20i1p229-244