Óbito após transplante de fígado esquistossomótico

Autores

  • Talita Zerbini Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo FM/USP.
  • Sheila A.C. Siqueira Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo FM/USP.

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2317-2770.v15i2p80-83

Palavras-chave:

Hepatite, Metildopa, Falência hepática aguda, Transplante de fígado, Esquistossomose.

Resumo

A hepatite aguda fulminante está entre as principais indicações de transplante de fígado. No presente artigo, relatamos o exame necroscópico de uma puérpera que apresentou essa complicação, falecendo no 2° dia do pós-operatório do transplante. A análise histopatológica do fígado doador revelou acometimento do órgão por esquistossomose. De acordo com o protocolo utilizado no Estado de São Paulo, a pesquisa de esquistossomose nos órgãos do doador não é obrigatória, cabendo à equipe de transplante decidir sobre a aceitação ou recusa do órgão no caso de suspeita.

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Biografia do Autor

Talita Zerbini, Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo FM/USP.

Especialista em Medicina Legal junto ao Departamento de Medicina Legal, Ética Médica e Medicina Social e do
Trabalho da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo FM/USP.

Sheila A.C. Siqueira, Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo FM/USP.

Médica assistente do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo FM/USP.

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Publicado

2010-12-07

Como Citar

Zerbini, T., & Siqueira, S. A. (2010). Óbito após transplante de fígado esquistossomótico. Saúde, Ética & Justiça (e-ISSN 2317-2770), 15(2), 80-83. https://doi.org/10.11606/issn.2317-2770.v15i2p80-83

Edição

Seção

Artigo