SMAD, Revista Eletrônica Saúde Mental Álcool e Drogas (Edição em Português) https://www.revistas.usp.br/smad <p><strong>SMAD, Revista Eletrônica Saúde Mental Álcool e Drogas</strong> é uma revista on line, de acesso aberto, avaliada por pares, que recebe manuscritos de pesquisas que abordam todos os aspectos da saúde mental, uso de álcool, tabaco e outras drogas psicotrópicas sob diversos enfoques (psicossocial e da neurociência). Ser uma revista de acesso aberto significa que todo o conteúdo está disponível gratuitamente para o usuário ou sua instituição. Os usuários estão autorizados a ler, baixar, copiar, distribuir, imprimir, pesquisar ou vincular os textos completos dos artigos, ou usá-los para qualquer outro propósito legal, sem pedir permissão prévia do editor ou do autor. Isso está de acordo com a definição de acesso aberto do BOAI.</p> <p>São aceitas contribuições de pesquisadores de diversas áreas do conhecimento cujo objeto de pesquisa se refira aos conteúdos apresentados.</p> <p><strong><em>Idioma de submissão</em></strong></p> <p>Português, inglês ou espanhol</p> <p><strong><em>Missão</em></strong></p> <p>Compartilhar experiências e conhecimento produzidos por trabalhadores e pesquisadores da área de saúde mental, álcool e drogas.</p> Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo pt-BR SMAD, Revista Eletrônica Saúde Mental Álcool e Drogas (Edição em Português) 1806-6976 Sintomas depressivos e ideação suicida em profissionais de saúde durante a pandemia por coronavírus https://www.revistas.usp.br/smad/article/view/192968 <p><strong>Objetivo:</strong> analisar os preditores de sintomas depressivos e ideação suicida em profissionais da saúde expostos ao coronavírus no Brasil. <strong>Metodologia:</strong> estudo quantitativo, transversal de análise de preditores para depressão e ideação suicida em profissionais da saúde expostos ao coronavírus, derivado do estudo matricial “Diagnóstico da saúde mental de profissionais de saúde que cuidam de casos suspeitos ou confirmados de <em>Coronavirus </em><em>Disease 2019</em> (SARS-CoV-2) no Brasil: Estudo longitudinal”. Por meio do modelo de regressão múltipla, investigamos variáveis como raça, gênero, exposição ao COVID-19 e escore de ativação comportamental em busca de preditores de sintomas depressivos e ideação suicida com 482 profissionais da saúde que participaram do questionário online por meio de divulgação de e-mails e redes sociais. <strong>Resultados:</strong> para sintomas depressivos encontramos os preditores proteção e prevenção ao coronavírus, escore de ativação comportamental, qualidade de vida e uso de álcool. Para ideação suicida não encontramos preditores com efeito no modelo estatístico, dada a pouca variabilidade da ideação suicida (26 participantes). Nos participantes prevaleceram mulheres, da enfermagem, com idade média de 38 anos. <strong>Conclusão: </strong>precisamos investir em qualidade de vida, suporte social e rede de apoio para fortalecimento dos profissionais da saúde e manejo de sintomas psicopatológicos.</p> Nathalia de Souza Fratari Heloísa Garcia Claro Copyright (c) 2023 SMAD, Revista Eletrônica Saúde Mental Álcool e Drogas (Edição em Português) https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2023-11-28 2023-11-28 20 192968 10.11606/issn.1806-6976.smad.2024.192968 Consumo de álcool e sintomas de depressão, ansiedade e estresse em mulheres https://www.revistas.usp.br/smad/article/view/200807 <p><strong>Objetivo:</strong> verificar a relação entre consumo de álcool e sintomas de depressão, ansiedade e estresse em mulheres. <strong>Metodologia:</strong> trata-se de um estudo de delineamento transversal exploratório, não probabilístico, do tipo “bola-de-neve”, realizado com mulheres adultas. Os instrumentos foram um questionário estruturado com dados sociodemográficos, variáveis comportamentais e prática de exercício físico, escala <em>Alcohol Use Disorders Identification Test</em> (AUDIT) e <em>Depression, </em><em>Anxiety and Stress Scales</em> (DASS-21). A coleta de dados foi feita online, por meio de convite com link enviados por aplicativo de celular (<em>WhatsApp</em>), endereço eletrônico (<em>e-mail</em>) e redes sociais (<em>Facebook</em> e <em>Instagram</em>), realizada no período compreendido entre dezembro de 2020 a janeiro de 2021. <strong>Resultados:</strong> participaram do estudo 301 mulheres, com idade média e desvio padrão de 34,14 ± 10,47 anos. Entre a amostra, 78,4% apresentaram consumo de álcool baixo, 17,9% consumo de risco e 3,7% provável dependência. O estudo mostrou associação entre consumo de álcool de risco em mulheres adultas jovens com: outras formas de remuneração, não prática de exercício físico, sintomas de ansiedade e estresse. Verificou-se ainda na amostra risco de provável transtorno por uso de álcool entre as participantes jovens adultas, com outras formas de remuneração, sintomas de depressão, ansiedade e estresse. <strong>Conclusões:</strong> o consumo de risco e possível transtorno por uso de álcool pelas mulheres pesquisadas se mostrou alto, evidenciando a importância de estudos regionais, objetivando apresentar a magnitude dessa problemática.</p> Eldessandra Santos da Costa Paulo Renato Vitória Calheiros Edson dos Santos Farias Copyright (c) 2023 SMAD, Revista Eletrônica Saúde Mental Álcool e Drogas (Edição em Português) https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2023-11-28 2023-11-28 20 200807 10.11606/issn.1806-6976.smad.2024.200807 Padrão de consumo de drogas por adolescentes e associação com a dinâmica familiar https://www.revistas.usp.br/smad/article/view/201261 <p><strong>Objetivo:</strong> analisar a associação entre o sistema familiar e o padrão de consumo de drogas por adolescentes. <strong>Metodologia:</strong> estudo transversal realizado com adolescentes estudantes de escolas públicas estaduais. Para a coleta de dados, foram utilizadas informações sociodemográficas, informações sobre o sistema familiar e o <em>Alcohol, Smoking </em><em>and Substance Involvement Screening Test</em>. <strong>Resultados: </strong>as associações foram feitas entre o padrão de consumo de tabaco, o sistema familiar e o comportamento dos adolescentes, principalmente entre aqueles que possuíam pais ou responsáveis que frequentemente desconhecem onde eles estão ou o que estão fazendo. O uso de drogas ilícitas foi associado a comportamentos verbais agressivos frequentes entre os adolescentes e seus pais ou responsáveis (gritos, berros e sentir-se infelizes no local em que vivem). <strong>Conclusão:</strong> fazer parte de um ambiente familiar conflituoso e infeliz, bem como a ausência de supervisão dos pais na vida dos filhos, interfere no padrão de consumo de drogas por adolescentes.</p> Darine Marie Rodrigues da Silva Diogo Timóteo Costa Ana Beatriz França Bezerra Sergiane Maria de Araújo Waldemar Brandão Neto Jael Maria de Aquino Copyright (c) 2023 SMAD, Revista Eletrônica Saúde Mental Álcool e Drogas (Edição em Português) https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2023-11-28 2023-11-28 20 201261 10.11606/issn.1806-6976.smad.2024.201261 Relações familiares e o uso de substâncias psicoativas por estudantes https://www.revistas.usp.br/smad/article/view/203285 <p><strong>Objetivo:</strong> investigar a associação entre relações familiares e o uso de substâncias psicoativas por estudantes do ensino fundamental.<strong> Metodologia:</strong> estudo transversal, com 271 estudantes de escolas públicas municipais. Para a coleta dos dados, utilizou-se o questionário <em>Teen Addiction Severity Index</em>, que contém informações sobre dados sociodemográficos, uso de substâncias psicoativas, situação de moradia, familiares com quem reside, incômodos familiares, conflitos familiares, agressão em família, confiança nos pais, atividades em família, sendo os dados analisados por meio dos testes de Quiquadrado, Qui-quadrado de Pearson bilateral, e estimativa de razão de chances comum de Mantel-Haenszel. <strong>Resultados: </strong>houve associação entre o uso de substâncias psicoativas por estudantes e a situação de moradia, satisfação relacionada à situação de moradia, agressão por familiares, e incômodos familiares. <strong>Conclusão:</strong> houve associação entre relações familiares e uso de substâncias psicoativas por estudantes do ensino fundamental, devendo-se levar em consideração tais relações no desenvolvimento de ações de prevenção e cuidado no que tange ao uso de substâncias psicoativas por esse grupo.</p> Fernanda Jorge Guimarães Cinthya Larissa da Silva Jaqueline Galdino Albuquerque Perrelli Maria Benegelania Pinto Juliana Lourenço de Araújo Veras Antonio Flaudiano Bem Leite Copyright (c) 2023 SMAD, Revista Eletrônica Saúde Mental Álcool e Drogas (Edição em Português) https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2023-11-28 2023-11-28 20 203285 10.11606/issn.1806-6976.smad.2024.203285 Evidências de capacitações de prevenção ao uso de álcool e de outras drogas em territórios escolares: uma revisão sistemática https://www.revistas.usp.br/smad/article/view/196939 <p><strong>Objetivo:</strong> analisar teórico-metodologicamente as capacitações de prevenção ao uso abusivo de drogas e na promoção da saúde em territórios escolares/educacionais, a partir de artigos científicos em periódicos brasileiros. <strong>Metodologia: </strong>realizou-se uma revisão sistemática no mês de janeiro de 2021, na Plataforma de Periódicos CAPES, relativa ao período de 2006-2020. Guiados pelo método PRISMA (Preferred Reporting Items for Systematic Review and Meta-Analysis) e a partir de critérios de inclusão e de exclusão de variáveis, realizamos uma análise de síntese que resultou na amostra final de 10 estudos. <strong>Resultados:</strong> foram evidenciados dois eixos de discussão dos dados analíticos: a) similitudes e dissemelhanças do termo drogas e adolescência; b) reflexões transversais da capacitação de drogas em prevenção e promoção em saúde. Os estudos evidenciam uma discussão de drogas com relação: 1) na adolescência, enquanto uma relação de uso propenso decorrente do processo maturacional; 2) fragilidade nas relações familiares e sociais; 3) uso recreativo. <strong>Conclusão: </strong>as evidências mostram que as capacitações na temática são incorporadas em práticas de aquisição de conhecimento e de transmissão de informações na prevenção da drogadição. A ênfase das capacitações deve priorizar romper paradigmas estigmatizantes e preconceituosos em relação às drogas, bem como fomentar ações dialógicas e emancipadoras a partir do trabalho docente nos cotidianos escolares.</p> Tadeu Lucas de Lavor Filho Vilkiane Natercia Malherme Barbosa Ana Jessica de Lima Cavalcante James Ferreira Moura Junior Alexandro Rodrigues Pinto Luciana Sepúlveda Köptcke Copyright (c) 2023 SMAD, Revista Eletrônica Saúde Mental Álcool e Drogas (Edição em Português) https://creativecommons.org/licenses/by/4.0 2023-11-28 2023-11-28 20 196939 10.11606/issn.1806-6976.smad.2024.196939