Hilda Hilst lê Beckett

  • Olga Kempinska Universidade Federal Fluminense
Palavras-chave: Hilda Hilst, Samuel Beckett, intertextualidade

Resumo

O artigo investiga a importância capital da prosa de Samuel Beckett no processo da elaboração da poética das “ficções” de Hilda Hilst. Tomando como seu ponto de partida os traços intertextuais de Molloy em Fluxo-floema, o trabalho debruça-se sobre a interiorização do palco da comunicação e enfatiza os elementos dramáticos da dicção poética hilstiana, insistindo no dilaceramento da subjetividade sob o efeito da violência inerente à coincidência da palavra e da emoção.

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Biografia do Autor

Olga Kempinska, Universidade Federal Fluminense
Olga Kempinska possui graduação e mestrado em Filologia Românica pela Uniwersytet Jagiellonski de Cracóvia e doutorou-se em História Social da Cultura pela PUC-Rio. Atualmente é professora de Teoria da Literatura no Departamento de Ciências da Linguagem da Universidade Federal Fluminense. Publicou em 2011 o livro Mallarmé e Cézanne: obras em crise. Tem experiência nas áreas de Teoria da Literatura, Teoria da Arte e Teoria da Tradução, com ênfase na relação entre mímesis e emoções.
Publicado
2018-03-08
Como Citar
Kempinska, O. (2018). Hilda Hilst lê Beckett. Teresa, (18), 35-47. Recuperado de https://www.revistas.usp.br/teresa/article/view/127369