A crítica no romantismo brasileiro: práticas e matizes

  • Roberto Acízelo de Souza Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Palavras-chave: imprensa, livro, ensino

Resumo

No período que se estende de 1830 a 1860, a crítica literária assume no Brasil sua feição romântica e moderna, desenvolvendo-se em três instâncias institucionais: a imprensa, o livro e o ensino. Infensa à teorização, constituiu-se sobretudo numa prática casuística, voltada para o julgamento de obras e autores, segundo critérios consagrados pelo romantismo: fidelidade ao nacional e autenticidade emocional.

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Biografia do Autor

Roberto Acízelo de Souza, Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Roberto Acízelo de Souza é professor de Literatura Brasileira na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj). Entre suas publicações, figuram: Teoria da literatura (Ática, 2008);Introdução à historiografia da literatura brasileira (Eduerj, 2007); Iniciação aos estudos literários; objetos, disciplinas, instrumentos (Martins Fontes, 2006); O império da eloquência; retórica e poética no Brasil oitocentista (Eduerj/Eduff, 1999).
Publicado
2013-12-23
Como Citar
Souza, R. (2013). A crítica no romantismo brasileiro: práticas e matizes. Teresa, (12-13), 112-129. Recuperado de https://www.revistas.usp.br/teresa/article/view/99063