A forma e o infinito, de Diderot a Baudelaire

Autores

  • Marcelo Jacques de Moraes Universidade Federal do Rio de Janeiro

Palavras-chave:

Baudelaire, Diderot, infinito

Resumo

A noção de infinito em Baudelaire remete à vocação de uma coisa para intensificar-se, isto é, para alterar-se e transformar-se em si mesma pela mediação de uma forma. A partir daí, pretendo discutir a importância do infinito baudelairiano para pensar como a forma estética encena sua própria historicidade. A questão é trabalhada em contraponto com a reflexão estética de Diderot.

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Biografia do Autor

Marcelo Jacques de Moraes, Universidade Federal do Rio de Janeiro

Marcelo Jacques de Moraes é professor de Literatura Francesa da UFRJ e pesquisador do CNPq. Tem doutorado em Letras Neolatinas (UFRJ) e pós-doutorado em Literatura Francesa (Paris 8). Tem artigos publicados em livros e periódicos no Brasil e no exterior.

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Publicado

2013-12-23

Como Citar

Moraes, M. J. de. (2013). A forma e o infinito, de Diderot a Baudelaire. Teresa, (12-13), 373-383. Recuperado de https://www.revistas.usp.br/teresa/article/view/99403