(Re)examinando horizontes nos estudos feministas de tradução: em direção a uma terceira onda?

  • Beatriz Barboza Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Florianópolis, Brasil.
  • Olga Castro Aston University, Birmgham, Reino Unido
Palavras-chave: Tradução feminista, Paratradução feminista, Ideologia, Terceira onda feminista, Gênero e tradução

Resumo

Os feminismos são uma dessas teorias marco cujas contribuições revelam-se em todos os âmbitos da sociedade, inclusive nos Estudos da Tradução. A materialização mais evidente dessa interação é o surgimento, nos anos 80, de uma corrente de tradução feminista no Canadá, capaz de colocar o gênero como centro do debate sobre tradução. Na atualidade, apesar das críticas e posteriores redefinições do conceito de tradução feminista, a proposta canadense continua sendo vista como paradigma da interação entre feminismos e tradução em geral. Neste artigo, proponho novas abordagens à prática de traduzir e paratraduzir a partir dos feminismos, dentro de uma terceira onda de tradução feminista. Além disso, pretendo abrir o debate (re)examinando áreas de interesse mútuo para os estudos de tradução e os feminismos no plano conceitual, historiográfico e crítico, tendo como propósito o surgimento de novas linhas de pesquisa futuras.

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Biografia do Autor

Beatriz Barboza, Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Florianópolis, Brasil.
Mestranda em Estudos da Tradução pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)
Olga Castro, Aston University, Birmgham, Reino Unido
Docente de Estudos da Tradução en Aston University.
Como Citar
Barboza, B., & Castro, O. (1). (Re)examinando horizontes nos estudos feministas de tradução: em direção a uma terceira onda?. Tradterm, 29, 216-250. https://doi.org/10.11606/issn.2317-9511.v29i0p216-250
Seção
Tradução