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A tradução intersemiótica de Hamlet para os quadrinhos: o solilóquio “Ser ou não ser”

Geisy Adriano, Leila Darin

Resumo


Mais de 400 anos depois, o legado de William Shakespeare continua pulsando vivo no âmago da sociedade, graças às inúmeras (re)edições e traduções de seus livros, às encenações de suas peças em teatros de todo o mundo e à grande variedade de adaptações, seja para o cinema, balé, ópera ou para os desenhos animados, videogames e histórias em quadrinhos. Nesse contexto, é que o fantasma do príncipe da Dinamarca regressa. A presente pesquisa propõe-se a analisar a tradução da peça de teatro Hamlet, de William Shakespeare, para os quadrinhos da coleção Mangá Shakespeare da editora inglesa SelfMadeHero, disponíveis em português brasileiro pela Galera Record. Dentre outros pontos, serão abordados aspectos gerais da transposição; cotejo das principais características da obra com respeito a tema, trama, desenho dos personagens e linguagem; e aspectos externos que influenciam a adaptação, tais como o conhecimento das editoras e dos atores envolvidos no processo. Para tanto, serão utilizados como referencial teórico o conceito de tradução intersemiótica - ou transmutação - de Roman Jakobson (2015), complementado por Julio Plaza (2008); o conceito de reescrita, de André Lefevere (2007); bem como a fortuna crítica do referido corpus e da linguagem dos quadrinhos, em especial, dos mangás.

Palavras-chave


Shakespeare; Hamlet; Tradução intersemiótica; Mangás.

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DOI: http://dx.doi.org/10.11606/issn.2317-9511.v31i0p25-53

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