Bancos na favela: relações entre agências bancárias e moradores de uma região urbana alvo de políticas de “pacificação”.

Autores

  • Lúcia Helena Müller Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul

DOI:

https://doi.org/10.11606/0103-2070.ts.2017.118415

Palavras-chave:

Financeirização, Inclusão financeira, Políticas públicas

Resumo

Este trabalho aborda a ação de agentes financeiros em contextos populares, tendo como pano de fundo políticas de governo voltadas para a chamada “inclusão financeira”. Ele se baseia em uma etnografia realizada no primeiro semestre de 2013 em uma região da periferia da cidade do Rio de Janeiro, onde, a partir de 2010, foram instaladas agências bancárias, na esteira das ações do Estado visando à “pacificação”, isto é, a tomada de controle do território até então sob domínio de organizações criminosas. Mediante a análise das estratégias desenvolvidas por um banco estatal e
um banco privado, busco refletir sobre questões mais amplas, como a da atualização ou reconstrução de fronteiras sociais em processos de implantação de políticas que se propõem inclusivas.

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Biografia do Autor

Lúcia Helena Müller, Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul

Professora do Programa de Pós-graduação em Ciências Sociais da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul

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Publicado

2017-04-15

Como Citar

Müller, L. H. (2017). Bancos na favela: relações entre agências bancárias e moradores de uma região urbana alvo de políticas de “pacificação”. Tempo Social, 29(1), 89-107. https://doi.org/10.11606/0103-2070.ts.2017.118415

Edição

Seção

Dossiê - Os sentidos sociais da economia