Relações laborais na Argentina logo após o kirchnerismo (2003-2015): entre a participação e o retrocesso sindical

  • Cecilia Senén González Universidad de Buenos Aires - Facultad de Ciencias Sociales
  • Lucila D'Urso Universidad de Buenos Aires - Facultad de Ciencias Sociales
Palavras-chave: Argentina, Relações laborais, Sindicalismo

Resumo

Após uma década de estratégias sindicais ofensivas, enquadradas no crescimento econômico iniciado em 2003, a chegada de um governo de direita modifica o cenário, aumentando o desemprego e a pobreza. Nossa pergunta de investigação é sobre como se posicionam os sindicatos para resistir ou adaptar-se ao novo contexto.

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Biografia do Autor

Cecilia Senén González, Universidad de Buenos Aires - Facultad de Ciencias Sociales

Doutora em estudos sociais pela Universidade Autônoma do México (UAM), pesquisadora no Conselho Nacional de Pesquisas Científicas e Tecnológicas (Conicet) e professora de relações do trabalho na Facultad de Ciencias Sociales da Universidad de Buenos

Lucila D'Urso, Universidad de Buenos Aires - Facultad de Ciencias Sociales

Doutoranda em ciências sociais pela Universidad de Buenos Aires e professora de sociologia do trabalho na Facultad de Ciencias Sociales da Universidad de Buenos Aires

Publicado
2018-04-26
Como Citar
González, C., & D’Urso, L. (2018). Relações laborais na Argentina logo após o kirchnerismo (2003-2015): entre a participação e o retrocesso sindical. Tempo Social, 30(1), 129-155. https://doi.org/10.11606/0103-2070.ts.2018.138077
Seção
Dossiê: Sociedade, trabalho e sindicalismo na contemporaneidade