"Quem mantém a ordem, quem cria desordem": gangues prisionais na Bahia

Autores

  • Luiz Claudio Lourenço Universidade Federal da Bahia; Departamento de Sociologia; Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais
  • Odilza Lines de Almeida Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia

DOI:

https://doi.org/10.1590/S0103-20702013000100003

Palavras-chave:

Prisão, Gangues prisionais, Encarceramento, Controle social

Resumo

Em diversas democracias ocidentais onde diretrizes políticas de encarceramento foram adotadas, é possível observar a existência cada vez mais forte e recorrente de coletivos organizados de presos, a saber, as gangues prisionais. No Brasil, esse fenômeno também é observado em boa parte de suas unidades federativas. Procuramos aqui identificar alguns dos fatores e das nuanças que compuseram a relação entre Estado, administração prisional e as duas principais gangues prisionais que atuaram na Bahia durante a primeira década dos anos 2000. Ao utilizarmos a metodologia de estudo de caso e da triangulação de informações, encontramos elementos que ajudam a compreender como seu deu o processo de instauração e manutenção dessas gangues dentro e fora das unidades prisionais no período analisado.

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Publicado

2013-06-01

Como Citar

Lourenço, L. C., & Almeida, O. L. de. (2013). "Quem mantém a ordem, quem cria desordem": gangues prisionais na Bahia . Tempo Social, 25(1), 37-59. https://doi.org/10.1590/S0103-20702013000100003

Edição

Seção

Dossiê - Sociologia da Punição e das Prisões