O fantástico no conto “Miss Algrave”, de Clarice Lispector

Autores

  • Diego Luiz Müller Fascina Universidade Estadual de Maringá Programa de Pós-Graduação em Letras
  • Alice Aurea Penteado Martha Universidade Estadual de Maringá http://orcid.org/0000-0002-1825-0097

DOI:

https://doi.org/10.11606/va.v0i30.109335

Palavras-chave:

Clarice Lispector, fantástico, “Miss Algrave”, conto, corpo e sexo

Resumo

Este artigo tem por objetivo propor que o conto “Miss Algrave”, de Clarice Lispector, pode ser lido com o suporte da teórica fantástica de Tzvetan Todorov (1981). No entanto, antecedendo a abordagem anunciada, apontaremos a presença do insólito na ficção da autora, bem como aspectos característicos de seus contos e discutiremos, ainda, a importância de “A via crucis do corpo”, coletânea que abriga o conto em pauta e que é marcada pela sua singularidade quando vista no conjunto da obra da escritora.

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Biografia do Autor

Diego Luiz Müller Fascina, Universidade Estadual de Maringá Programa de Pós-Graduação em Letras

Programa de Pós-Graduação em Letras

Área de Estudos Literários

Alice Aurea Penteado Martha, Universidade Estadual de Maringá

Universidade Estadual de Maringá (UEM). Departamento de Teorias Linguísticas e Literárias (DTL).

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Publicado

2016-12-28

Como Citar

Fascina, D. L. M., & Martha, A. A. P. (2016). O fantástico no conto “Miss Algrave”, de Clarice Lispector. Via Atlântica, (30), 229-243. https://doi.org/10.11606/va.v0i30.109335

Edição

Seção

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