CORPOS INFORMES: A DISSOLUÇÃO DA IDENTIDADE NOS POEMAS DE ANA CRISTINA CESAR E ORIDES FONTELA
Resumo
Este artigo analisa os poemas de Ana Cristina Cesar e Orides Fontela a partir de uma reflexão sobre como a morte fundamenta suas identidades poéticas, mas também as dilacera, ao colocar em movimento uma linguagem de ruptura, descontínua, pautada na fragmentação. A morte surge, assim, como um princípio de desordem, pois engendra a leitura de seus poemas e o diálogo que se forma entre eles, por meio do fracasso, do excesso, do descontentamento e da imperfeição.
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PDFDOI: http://dx.doi.org/10.11606/va.v0i32.122182
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- ISSN: 1516-5159 (nºs 1-24, impresso, printed)
- ISSN: 2317-8086 (OJS)
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