“Quem é escrito?” revolução, alteridade, experiências de reescrita e história conectada no contexto da guerra colonial e de libertação em Moçambique

Autores

  • Maria Benedita Basto Université Paris-Sorbonne

DOI:

https://doi.org/10.11606/va.v0i21.51028

Palavras-chave:

Moçambique, FRELIMO, luta de libertação, guerra colonial

Resumo

A partir de dois textos, um dos militares do exército colonial português e o outro de militantes/guerrilheiros da FRELIMO, nota-se a tensão entre as narrativas e modelos do estado e as apropriações dos sujeitos que subvertem a ordem estabelecida. nos dois casos seremos confrontados com a irrupção de desvios num tecido social e estético que se considerava homogénio e sem falhas. Teremos assim um processo político onde se vêm cruzar três dimensões interligadas entre si: a antropológica (conhecimento-desconhecimento do outro), a sócio-afetiva (identificação-desidentificação, criação-ruptura de laços de pertença a uma comunidade) e a estética (dinâmicas de apropriação, rescrita paródica).

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Publicado

2012-06-20

Edição

Seção

Dossiê 21: história, cultura e revolução

Como Citar

BASTO, Maria Benedita. “Quem é escrito?” revolução, alteridade, experiências de reescrita e história conectada no contexto da guerra colonial e de libertação em Moçambique. Via Atlântica, São Paulo, v. 13, n. 1, p. 75–92, 2012. DOI: 10.11606/va.v0i21.51028. Disponível em: https://revistas.usp.br/viaatlantica/article/view/51028.. Acesso em: 6 jan. 2026.