Via Atlântica https://www.revistas.usp.br/viaatlantica <p class="western">A Revista&nbsp;<em><em><strong>Via Atlântica</strong>,</em></em>&nbsp;publicação semestral do <strong>Programa de Pós-Graduação de Estudos Comparados de Literaturas de Língua Portuguesa </strong>da<strong> Universidade de São Paulo</strong>, tem por objetivo levar aos estudiosos, do Brasil e do Exterior, resultados de investigações desenvolvidas por especialistas nas áreas de&nbsp;Estudos Comparados de Literaturas de Língua Portuguesa, Literatura Comparada, Literatura Infantil e Juvenil, Literaturas Africanas de Língua Portuguesa, Literatura Brasileira, Literatura Portuguesa e de outras literaturas e culturas &nbsp;que se expressam em português.&nbsp;Faz parte ainda do escopo da&nbsp;<em>Via Atlântica</em>&nbsp;a publicação de artigos que tratem das relações interdisciplinares da Literatura com outras Linguagens e com outras Formas do Saber. A publicação abrange, além de um Dossiê temático, outros trabalhos inéditos sob a forma de Ensaios, Artigos, Entrevistas e Resenhas de livros de interesse para os Estudos Comparados de Literaturas de Língua Portuguesa e áreas correlatas.&nbsp;A revista&nbsp;<em>Via Atlântica&nbsp;</em>está inserida na área temática de Outras Literaturas Vernáculas, conforme tabela de áreas do conhecimento do CNPq (8.02.07.00-6).</p> Universidade de São Paulo. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas pt-BR Via Atlântica 1516-5159 <p>Autores que publicam nesta revista concordam com os seguintes termos:</p> <ol type="a"> <ul> <li>Autores mantém os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a&nbsp;<a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/" target="_new">Licença Creative Commons Attribution</a>&nbsp;que permite o compartilhamento do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista.</li> </ul> </ol> <ol type="a"> <ul> <li>Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusiva da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.</li> </ul> </ol> <ol type="a"> <ul> <li>Autores têm permissão e são estimulados a publicar e distribuir seu trabalho online (ex.: em repositórios institucionais ou na sua página pessoal) a qualquer ponto antes ou durante o processo editorial, já que isso pode gerar alterações produtivas, bem como aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado (Veja&nbsp;<a href="http://opcit.eprints.org/oacitation-biblio.html" target="_new">O Efeito do Acesso Livre</a>).</li> </ul> </ol> EDITORIAL Nº 34 https://www.revistas.usp.br/viaatlantica/article/view/152921 Jean Pierre Chauvin Vima Lia de Rossi Martin Thiago Mio Salla ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2018-12-21 2018-12-21 34 9 12 10.11606/va.v0i34.152921 LITERATURA NOS JORNAIS: DEMOCRATIZAÇÃO NA ESCRITA E NA RECEÇÃO https://www.revistas.usp.br/viaatlantica/article/view/145780 <p>Os jornais foram um elemento decisivo na democratização do acesso à literatura, tanto na produção do discurso literário como na sua receção. A imprensa periódica, com relevo para os jornais, permitiu um diálogo entre jornalismo e literatura. Nos contextos coloniais, permitiu, ainda, que os centros produtivos se deslocassem para os espaços periféricos, onde surgiram novas oportunidades de escrita e receção.&nbsp;Partindo da análise comparativa das obras e percursos de um jornalista metropolitano que se torna escritor em Angola e de um intelectual angolano, procuramos compreender como os jornais democratizaram a literatura e quais as suas limitações neste processo.</p> Cátia Miriam Costa ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2018-12-21 2018-12-21 34 13 29 10.11606/va.v0i34.145780 A DE-TERRITORIALIZAÇÃO SEM FIM. IMAGINANDO O PORTUGAL CONTEMPORÂNEO ATRAVÉS DAS CRÓNICAS DE KALAF EPALANGA https://www.revistas.usp.br/viaatlantica/article/view/145759 <p>Nós últimos anos, Kalaf Epalanga, melhor conhecido como um dos membros da banda de música eletrônica Buraka Som Sistema<em>, </em>tem sido publicando várias crónicas pelo <em>Público</em>, um jornal que tem investido massivamente neste tipologia de textos. O caso de Kalaf Epalanga, volta a mostrar a hibridez da “crónica”, estimulando uma conexão entre o jornalismo e a literatura. Sus contribuições desafiam o tema da identidade debatido e analisado nas últimas décadas, denunciando o racismo Português e questionando o multiculturalismo Português.</p> Paolo La Valle ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2018-12-21 2018-12-21 34 31 47 10.11606/va.v0i34.145759 ENTRE O AMOR E O CRIME: A PARTICIPAÇÃO DA LITERATURA E DA IMPRENSA NO PROCESSO DE ADULTÉRIO DE CAMILO E ANA PLÁCIDO https://www.revistas.usp.br/viaatlantica/article/view/144352 <p>Sentindo na pele todas as penalidades infligidas àqueles que não se encaixavam no padrão, Camilo ao ser preso como corréu na querela movida por Pinheiro Alves, marido de Ana Plácido, empunhou em sua defesa as mesmas armas empregadas para aniquilar publicamente os criminosos. O escritor e a amada, contando com a ajuda de amigos respeitados e letrados, moveram através da imprensa periódica e de sua própria literatura uma campanha baseada na ideia de que o adultério era quase uma consequência dos casamentos baseados em conveniências financeiras, que excluíam o amor.</p> Andreia Alves Monteiro de Castro ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2018-12-21 2018-12-21 34 49 60 10.11606/va.v0i34.144352 A PENA E O TIPO: GERVÁSIO LOBATO E A IMPRENSA PORTUGUESA https://www.revistas.usp.br/viaatlantica/article/view/145814 <p>O presente artigo versa sobre um dos grandes vultos do jornalismo oitocentista finissecular português: um cronista, folhetinista, ensaísta, diretor literário e redator-chefe. Versa ainda sobre um alegre romancista e um dos comediógrafos de maior sucesso do seu tempo. Trata este texto de Gervásio Lobato (1850-1895) e de seu ofício de escritor.</p> Claudia Barbieri Masseran ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2018-12-21 2018-12-21 34 61 79 10.11606/va.v0i34.145814 O JORNAL COMO FONTE LITERÁRIA NA VIRADA DO SÉCULO XIX PARA O XX: O CASO DE SÃO PAULO https://www.revistas.usp.br/viaatlantica/article/view/145826 <p>O seguinte trabalho pretende reivindicar a importância do jornal para os estudos literários da Primeira República (1889-1930), na medida em que expõe particularidades do caso paulista, bem como disserta acerca de possíveis problemas de parcela significativa da crítica literária que, desatenta aos compartilhamentos entre literatura e jornalismo, ofusca, consequentemente, processos indispensáveis para a compreensão da constituição das letras brasileiras.</p> Rafael Rodrigo Ferreira ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2018-12-21 2018-12-21 34 81 95 10.11606/va.v0i34.145826 JOSÉ DE ALENCAR, JORNALISTA: O FOLHETIM REENCONTRA O TEATRO CRÔNICAS PUBLICADAS NO CORREIO MERCANTIL (1854-1855) E NO DIÁRIO DO RIO DE JANEIRO (1856) https://www.revistas.usp.br/viaatlantica/article/view/145806 <p>O objetivo do estudo é apresentar a atuação jornalística de José de Alencar (1829-1877) na imprensa carioca, entre 1854 e 1856, no que concerne ao campo da crítica teatral e da dramaturgia, funções originais do espaço editorial conhecido como “folhetim”, seção ao pé de página na qual publicava seus textos. Para tanto, serão analisadas as considerações do autor a respeito da criação de um teatro com “cor local” e sua peça <em>O Rio de Janeiro às direitas e às avessas </em>(1856), que abriram espaço para um debate inovador sobre a construção do teatro brasileiro. Tal perspectiva será estudada segundo os conceitos de “porosidade”, “matriz literária da imprensa” e “matriz midiática” (Thérenty, 2007).</p> Renato Barros de Castro Denise Rocha ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2018-12-21 2018-12-21 34 97 113 10.11606/va.v0i34.145806 ANTECEDENTES E REPERCUSSÃO INICIAL DA PUBLICAÇÃO DOS FARÓIS (1900), DE CRUZ E SOUSA https://www.revistas.usp.br/viaatlantica/article/view/145713 <p>Analisam-se neste artigo notícias sobre as celebrações do segundo aniversário de morte de Cruz e Sousa e a repercussão imediata, na imprensa periódica, da publicação naquele mesmo ano (1900) dos <em>Faróis</em>, livro de poesia do mais conhecido simbolista brasileiro. Consideram-se especialmente reportagens publicadas nos jornais <em>A Imprensa</em> e <em>Cidade do Rio</em> e breves apreciações críticas de Artur Azevedo e Medeiros e Albuquerque, que se pronunciaram sobre os <em>Faróis</em>. Pretende-se, ao final, sugerir certa vinculação entre a posição ocupada pelos intelectuais no campo literário e o sentido das suas intervenções jornalísticas nos episódios em causa.</p> Alvaro Santos Simões Junior ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2018-12-21 2018-12-21 34 115 129 10.11606/va.v0i34.145713 UMA LEITURA DE "ENFERMEIRINHAS ESPERTAS", CRÔNICA DE TEREZA QUADROS, MÁSCARA DE CLARICE LISPECTOR https://www.revistas.usp.br/viaatlantica/article/view/145782 <p>Este artigo apresenta uma leitura da crônica “Enfermeirinhas espertas”, de Tereza Quadros (máscara de Clarice Lispector), publicada no semanário <em>Comício</em>, em 1952. A escritora era responsável pela coluna feminina “Entre mulheres” do veículo. Nessa página, a colunista publicou crônicas com incontestável valor literário, sendo que algumas delas deram origem a contos publicados posteriormente na obra lispectoriana.</p> Tânia Sandroni ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2018-12-21 2018-12-21 34 131 144 10.11606/va.v0i34.145782 LITERATURA EM PAUTA: AS PÁGINAS DE JORNAL DE ANTONIO CALLADO https://www.revistas.usp.br/viaatlantica/article/view/145758 <p>A escrita de Antonio Callado repórter dialoga com o que ficou conhecido como jornalismo literário, gênero híbrido, que desafia as expectativas do leitor de literatura e o leitor de reportagens. Com ampla atuação como jornalista, vindo a cobrir importantes eventos da história mundial, o intelectual carioca contribui de modo decisivo para a constituição do gênero no Brasil.&nbsp; Nas reportagens publicadas entre 1960 e 1970, o escritor encontra um estilo próprio, ao aprofundar o potencial simbólico da linguagem, compondo complexos panoramas em que a análise e a opinião crítica se combinam a um trabalho meticuloso com a arquitetura das palavras.</p> Giselle Larizzatti Agazzi Joana Rodrigues ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2018-12-21 2018-12-21 34 145 155 10.11606/va.v0i34.145758 ESCREVENDO EM VOZ ALTA: AS CRÔNICAS METALITERÁRIAS DE CRISTOVÃO TEZZA NO JORNAL GAZETA DO POVO https://www.revistas.usp.br/viaatlantica/article/view/145438 <p>Este trabalho estuda as crônicas do escritor Cristovão Tezza publicadas no jornal <em>Gazeta do Povo</em> entre 2008 e 2014, analisando temáticas, conteúdo, formas estilísticas e relacionando estes textos com a produção ficcional e ensaística do autor, por aproximações ou distanciamentos. O <em>corpus</em> desta análise é formado por crônicas metaliterárias, ou seja, aquelas em que Tezza reflete sobre questões da literatura, estabelecendo um diálogo direto com o romance autobiográfico <em>O filho eterno</em> (2007), a obra ensaística <em>O espírito da prosa – uma autobiografia literária</em> (2012) e as conferências publicadas no livro digital <em>Literatura à Margem</em> (2014).</p> Raquel Illescas Bueno Annalice Del Vecchio de Lima ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2018-12-21 2018-12-21 34 157 173 10.11606/va.v0i34.145438 O PRENÚNCIO DO ESCRITOR: UMA ANÁLISE DO TEXTO JORNALÍSTICO DE GABRIEL GARCÍA MÁRQUEZ https://www.revistas.usp.br/viaatlantica/article/view/145795 <p>O presente trabalho busca identificar características do texto informativo que surgem na produção jornalística de Gabriel García Márquez, para compreender de que forma o autor se adapta às normas de padronização instituídas no jornalismo moderno, ou as refuta, em um período de sua vida que pode ser reconhecido como importante para sua formação como futuro escritor. O estudo bibliográfico focaliza a sua coletânea jornalística e demonstra que, em seus primeiros anos de profissão, García Márquez rejeitou a excessiva padronização textual, adotando características que marcariam seu texto como representante da vertente do novo jornalismo latino-americano.</p> Bibiana de Paula Friderichs Fábio Luis Rockenbach ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2018-12-21 2018-12-21 34 175 192 10.11606/va.v0i34.145795 LIMITES ENTRE JORNALISMO E LITERATURA EM “A GUERRA NÃO TEM ROSTO DE MULHER”, DE SVETLANA ALEKSIÉVITCH: UMA ANÁLISE DO NARRADOR A PARTIR DO CONCEITO BENJAMINIANO DE ERFAHRUNG https://www.revistas.usp.br/viaatlantica/article/view/145695 <p>Observar o tracejado que divide jornalismo e literatura pode significar a avaliação de uma linha tênue ou a comparação entre galáxias distantes. Tal paradoxo é nutrido pelo deslocamento constante de fronteiras, sobretudo nos formatos híbridos, sendo impossível estabelecer definitivamente limites éticos e estéticos que encerrem cada narrativa. Partindo dessa imprecisão, este estudo recorre à categoria de <em>Erfahrung </em>(experiência), presente nos estudos de Walter Benjamin, para investigar os tensionamentos do narrador em “A guerra não tem rosto de mulher”, de Svetlana Aleksiévitch. O objetivo é discutir a importância do Jornalismo Literário como proposta contra-hegemônica efetiva aos <em>mass media</em>.</p> Emerson Campos Gonçalves Robson Loureiro ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2018-12-21 2018-12-21 34 193 210 10.11606/va.v0i34.145695 CONTO-REPORTAGEM: JORNALISMO, LITERATURA E INDÚSTRIA CULTURAL https://www.revistas.usp.br/viaatlantica/article/view/145308 <p>“Um dia no cais”, de João Antônio, foi publicado na revista <em>Realidade </em>sob a categorização de “conto-reportagem”. Tal designação nos faz supor a mistura, em texto, de dois diferentes gêneros textuais oriundos da literatura e do jornalismo: o conto e a reportagem. Pois a despeito de sua relação (ou não relação) com os gêneros canônicos aos quais faz referência, neste estudo abordamos a ligação existente entre o termo “conto-reportagem”, até então inédito no país, a revista <em>Realidade</em> – com suas características próprias – e a atuação e desenvolvimento de uma ainda incipiente indústria cultural brasileira.</p> Leandro de Oliveira Lopes ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2018-12-21 2018-12-21 34 211 226 10.11606/va.v0i34.145308 OS JORNAIS ESCOLARES EM MATO GROSSO: CAMINHOS PARA A FORMAÇÃO DO LEITOR LITERÁRIO https://www.revistas.usp.br/viaatlantica/article/view/145836 <p>É objetivo deste artigo revelar a presença dos jornais escolares no Estado de Mato Grosso no início do século XX. Por meio de análises de alguns números dos periódicos O <em>Pequeno Mensageiro e O Liceu,</em> comprovamos as articulações entre literatura e jornalismo, assim como o pulsar do tecido social de um determinado contexto.</p> Renata Beatriz Brandespin Rolon ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2018-12-21 2018-12-21 34 227 238 10.11606/va.v0i34.145836 A SOLIDÃO EM DEIXEI ELE LÁ E VIM E EM NADA A DIZER, DE ELVIRA VIGNA https://www.revistas.usp.br/viaatlantica/article/view/126062 <p>O objetivo deste trabalho é problematizar duas identidades: a de Shirley Marlone, a prostituta transexual, protagonista de <em>Deixei ele lá e vim </em>(2006)<em>,</em> bem como a da esposa traída, que não é nomeada, em <em>Nada a dizer </em>(2010), romances de Elvira Vigna. Intenciona-se, ainda, discutir a presença da solidão no cerne da personalidade dessas personagens, que funciona como sintoma de uma identidade porosa e liquefeita. Essa análise tem como aporte teórico os estudos de Zygmunt Bauman (2001, 2003), Stuart Hall (1992), Jair Ferreira dos Santos (2000) e Paolo Cugine (2008), no que tange a identidade na pós-modernidade e o de Marc Augé (1994), que aborda o não pertencimento e o deslocamento dos sujeitos nos mais diversos espaços.</p> Diego Luiz Miiller Fascina Wilma dos Santos Coqueiro Gabriela Lasta ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2018-12-21 2018-12-21 34 239 256 10.11606/va.v0i34.126062 EVARISTO, CONCEIÇÃO. HISTÓRIAS DE LEVES ENGANOS E PARECENÇAS. RIO DE JANEIRO: MALÊ, 2016A. https://www.revistas.usp.br/viaatlantica/article/view/120448 <div> <div> <p>&nbsp;</p> </div> </div> Valeria Rosito Ferreira ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2018-12-21 2018-12-21 34 257 264 10.11606/va.v0i34.120448 FRANCAVILLA, ROBERTO. CALLIGRAFIE MORALII. DISCORSI DEL POTERE IN JOSÉ CARDOSO PIRES, ANTÓNIO LOBO ANTUNES, HERBERTO HELDER. PISA: ETS, 2018. https://www.revistas.usp.br/viaatlantica/article/view/145801 Ada Milani ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2018-12-21 2018-12-21 34 265 270 10.11606/va.v0i34.145801 AGUALUSA, JOSÉ EDUARDO. A RAINHA GINGA E DE COMO OS AFRICANOS INVENTARAM O MUNDO. RIO DE JANEIRO: FOZ, 2015. https://www.revistas.usp.br/viaatlantica/article/view/116143 Sheila Ribeiro Jacob ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2018-12-21 2018-12-21 34 271 276 10.11606/va.v0i34.116143 "SOU UM ESCRITOR SEM LIVRO" - ENTREVISTA COM SULEIMAN CASSAMO https://www.revistas.usp.br/viaatlantica/article/view/130584 <p>No depoimento que está transcrito a seguir, o escritor moçambicano Suleiman Cassamo fala sobre o papel da imprensa na divulgação da literatura moçambicana do século XX, papel pouco ativo na atualidade. Confessa a dificuldade de encontrar seus livros em Moçambique e comenta sobre a preocupação com a divulgação das obras, em meio digital ou traduzida, feitas à revelia do autor. Discorre sobre as relações entre o universal e o particular na obra, buscando uma forma de conciliação entre ambos. Reflete também acerca de suas influências literárias e revela sua preferência temática relacionada ao regresso às suas origens, além de relatar suas perspectivas e projetos futuros.</p> Vanessa Neves Riambau Pinheiro ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 2018-12-21 2018-12-21 34 277 290 10.11606/va.v0i34.130584