Os primórdios da organização do espaço territorial e da vila cearense: algumas notas

Autores

  • Clovis Ramiro Jucá Neto Universidade Federal do Ceará; Departamento de Arquitetura e Urbanismo

DOI:

https://doi.org/10.1590/S0101-47142012000100006

Palavras-chave:

Capitania do Ceará, Agentes econômicos, Igreja, Estado português, Diretrizes urbanísticas, Cartografia

Resumo

O presente artigo apresenta, em grandes linhas, a ação empreendida pelos agentes econômicos, pelos representantes da Igreja e do Estado português na organização do espaço da capitania do Ceará no século XVIII. Para uma melhor capitalização da economia pecuarista, o Estado lusitano fundou vilas em lugares estratégicos onde primeiramente se fixaram os sesmeiros e a Igreja. Não houve razão nem justificativa econômica e geopolítica que demandasse investimentos técnico e de capital por parte dos portugueses na plena adequação dos condicionantes locais às diretrizes urbanísticas lusitanas. Em face da ocupação tardia, o artigo aborda ainda a também tardia representação cartográfica, como expressão da posição secundária dos interesses lusitanos em relação a uma melhor apreensão da região.

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Publicado

2012-06-01

Edição

Seção

Dossiê - Caminhos da história da urbanização no Brasil-colônia

Como Citar

JUCÁ NETO, Clovis Ramiro. Os primórdios da organização do espaço territorial e da vila cearense: algumas notas . Anais do Museu Paulista: História e Cultura Material, São Paulo, v. 20, n. 1, p. 133–163, 2012. DOI: 10.1590/S0101-47142012000100006. Disponível em: https://www.revistas.usp.br/anaismp/article/view/39811.. Acesso em: 17 jun. 2024.