Oito Poemas de 杜甫 Du Fu

  • António Graça de Abreu Escritor e historiador português

Resumo

Traduzir Du Fu é tarefa impossível. Mas porque é impossível, as traduções acontecem. O poeta chinês burilava de tal modo o correr dos versos, a construção do poema é tão complexa, com permanentes jogos de palavras, alusões literárias, rimas internas e ritmos surpreendentes que muitos dos maiores tradutores para língua inglesa e francesa não têm tido coragem para se aventurar na engenhosa tarefa de o traduzir. Que Du Fu me perdõe a ousadia de tentar verter alguma da sua poesia para a língua de Camões e Pessoa.

 

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Biografia do Autor

António Graça de Abreu, Escritor e historiador português

Escritor e historiador português, com enfoque na sinologia. Licenciado em Filologia Germânica e mestre em História dos Descobrimentos e Expansão Portuguesa, pela Universidade de Lisboa. Em Pequim foi professor de Língua e Cultura Portuguesa, assim como tradutor das Edições de Pequim no período de 1977 a 1983. Traduziu O pavilhão do ocidente (1985), Poemas de Li Bai (1990), Poemas de Bai Juyi (1991), Poemas de Wang Wei (1993), Poemas de Han-Shan (2009) e Tao Te Ching (2013), além de obras autorais. Recebeu o Prêmio de tradução da Associação Portuguesa de Tradutores e Pen Club por Poemas de Li Bai, em 1990. De suas andanças por mais de 36 anos na China sairá em breve Toda a China I em 2013 e Toda a China II em 2014. Contato: abreuchina@netcabo.pt

Publicado
2015-04-24
Como Citar
Abreu, A. (2015). Oito Poemas de 杜甫 Du Fu. Cadernos De Literatura Em Tradução, (14). Recuperado de https://www.revistas.usp.br/clt/article/view/97016