O estatuto do inconsciente é ético

Autores

  • Bruno de Almeida Guimarães Faculdade de Filosofia do Instituto Santo Inácio do Centro de Estudos Superiores da Companhia de Jesus.

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2318-8863.discurso.2007.38080

Palavras-chave:

psicanálise, ética, real, paradoxos do gozo, impasses, “saber fazer com”

Resumo

O objetivo deste trabalho é discutir esta afirmação de Lacan para mostrar não só que a “realidade” do inconsciente é problemática e, portanto, deve ser abordada a partir de um estatuto ético, mas que a própria prática psicanalítica também pode ser pensada a partir desse estatuto. Ou seja, que podemos pensar a psicanálise como uma ética do real, uma ética do encontro traumático, do encontro com o impasse, ou do encontro com o inassimilável.

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Biografia do Autor

Bruno de Almeida Guimarães, Faculdade de Filosofia do Instituto Santo Inácio do Centro de Estudos Superiores da Companhia de Jesus.

Professor da Faculdade de Filosofia do Instituto Santo Inácio doCentro de Estudos Superiores da Companhia de Jesus.

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Publicado

2007-06-09

Como Citar

Guimarães, B. de A. (2007). O estatuto do inconsciente é ético. Discurso, (36), 257-272. https://doi.org/10.11606/issn.2318-8863.discurso.2007.38080

Edição

Seção

Nao definda