A importância da criança escrava e seu comércio no oeste paulista, 1861-1869

Autores

DOI:

https://doi.org/10.1590/0101-41614946gaar

Palavras-chave:

Escravidão, Crianças, Tráfico de Escravos, Brasil, São Paulo, Século XIX

Resumo

Neste artigo, lançamos luz sobre a importância da criança escrava no âmbito da expansão cafeeira paulista. Para tanto, além de resgatarmos parte da bibliografia relevante sobre o tema, mobilizamos dados secundários e ampla base de dados primários decorrente de escrituras de compra e venda de escravos compulsadas em importante centro cafeicultor do Oeste paulista, Rio Claro, entre 1861 e 1869. Por meio da bibliografia consultada e dos dados levantados, buscamos apreender a relevância da criança cativa e aspectos econômicos e demográficos atinentes à dinâmica do tráfico interno deste grupo, tais como: volume de transações de compra e venda ocorridas ao longo do recorte temporal eleito; dinâmica do preço de venda; a interação entre preços e sexo, idade, tipologia do comércio doméstico e experiência/ocupação; volume de crianças transacionadas individualmente ou no interior de grupos de escravos; a participação de famílias escravas no âmbito do conjunto das negociações que tivemos acesso.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Referências

Fontes primárias manuscritas
Livros de notas gerais e aqueles destinados ao registro da compra e venda de escravos preservados pelo Primeiro Cartório de Notas e Protestos de Rio Claro (1861-1869).
Fontes secundárias
ALENCASTRO, Luiz Felipe In Schwarcz, Lilia Moritz e Gomes, Flávio dos Santos (Orgs.), Dicionário da escravidão e liberdade. São Paulo: Companhia das Letras, 2018.
ANDRADE, Rômulo. Havia um mercado de famílias escravas? (A propósito de uma hipótese recente na historiografia da escravidão), Locus: Revista de História, vol. 4, nº 1, 1998.
ANDRADE Rômulo. Legitimidade e alforria de crianças escravas na província de Minas Gerais. X Congresso Internacional da Aaladaa. Rio de Janeiro. Anais, 2001.
AZEVEDO, Elciene. Orfeu de Carapinha, Campinas, SP. Ed. UNICAMP, 1999
AZEVEDO, Elciene. O direito dos escravos. Campinas, SP: Editora Unicamp, 2010.
AZEVEDO, Célia M. M. Onda negra, medo branco: o negro no imaginário das elites, século XIX. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987.
BASSANEZI, Maria Sílvia C. Beozzo (org.). São Paulo do passado: dados demográficos, 1836-1920. Núcleo de Estudos de População – NEPO, Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP, 1999.
BETHELL, Leslie. A abolição do tráfico de escravos no Brasil: A Grã-Bretanha, o Brasil e a questão do comércio de escravos 1807-1869. Brasília: Senado Federal, Conselho Editorial, 2002,
BRASIL, Coleção de Leis do Império do Brasil. Disponível em: http://www2.camara.leg.br/atividade-legislativa/legislacao/doimperio.
CAMARGO J. F. de, Crescimento Populacional no Estado de São Paulo e seus Aspectos Econômicos. Ensaio Sobre a Relação Entre Demografia e Economia. Boletim N. 153 Economia Política e História das Doutrinas Econômicas. São Paulo: USP, 1952.
CANO, Wilson. Raízes da concentração industrial em São Paulo. 2. ed. São Paulo: T. A. Queiroz, 1983.
CANO, Wilson. Padrões diferenciados das principais regiões cafeeiras (1850-1930). Revista de Estudos Econômicos. São Paulo, vol.15, n.2, mai-ago, pp. 291-306, 1985.
CHALHOUB, Sidney, A Força da Escravidão: Ilegalidade e Costumes no Brasil Oitocentista. São Paulo: Companhia das Letras, 2012.
CONRAD, Robert, Os últimos anos da escravidão no Brasil: 1850-1888. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1978.
COSTA, Emília Viotti da, Da senzala à colônia. São Paulo: Ed. Unesp, 1997.
COSTA, Wilma Peres. A economia mercantil escravista nacional e o processo de construção do Estado no Brasil. In. História econômica da independência e do Império. Szmrecsanyi, Tamás e Lapa, J. R. Amaral (Orgs.) São Paulo: EDUSP, Imprensa Oficial e HICITEC, 2002.
DEAN, Warren. Rio Claro: um sistema brasileiro de grande lavoura, 1820-1920. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1977.
ELTIS David, BEHRENDT Stephen D. e RICHARDSON, David. A participação dos países da Europa e das américas no tráfico transatlântico de escravos: novas evidências. Afro-Ásia, 24, pp. 9-50, 2000.
ELTIS, David e RICHARDSON, David (orgs.), Extending the Frontiers: Essays on the New Transatlantic Slave Trade Database, New Haven e Londres: Yale University Press, 2008.
ELTIS, David, BEHRENDT, Stephen, RICHARDSON, David e Herbert Klein, The Transatlantic Slave Trade, 1527-1867: A Database on CD-ROM, New York: Cambridge University Press, 1999.
ELTIS, David. In. Construção do Banco de Dados do Tráfico de Escravos Transatlântico: fontes e métodos. Trans-Atlantic Slave Trade Database. Disponível em: http://www.slavevoyages.org. Acesso em 15/02/2018.
ELTIS, David, e RICHARDSON, David. Atlas of the Transatlantic Slave Trade. New Haven & Londres: Yale University Press, 2010.
FERNANDES, Florestan. A Integração do Negro na Sociedade de Classes. Rio de Janeiro: Ed. Globo, 2008.
FLAUSINO, Camila Carolina. Negócios da escravidão: tráfico interno de escravos em Mariana (1850-1886). In: Encontro Regional de História, 15, 2006, São João Del Rei. Anais... São João Del Rei: ANPUH-MG, CD-ROM, 2006.
FLORENTINO, Manolo e MACHADO, Cacilda. Sobre a família escrava em plantéis ausentes do mercado de cativos: três estudos de casos (século 19). XI Encontro Nacional de Estudos Populacionais da ABEP, 1998.
FLORENTINO, Manolo Garcia. Em costas negras: uma história do tráfico atlântico de escravos entre a África e o Rio de Janeiro. Séculos XVIII e XIX. Companhia das Letras: São Paulo, 1997.
FRAGOSO & FLORENTINO. Marcelino filho de Inocência Crioula, neto de Joana Cabinda: um estudo sobre famílias escravas em Paraíba do Sul (1835-1872). In. Estudos Econômicos. 17(2): 151-173. Maio/Ago, 1987.
FURTADO, Celso Monteiro. Formação econômica do Brasil. São Paulo: Cia Editora Nacional, 1972.
GÓES, José Roberto e FLORENTINO, Manolo. Morfologias da infância escrava: Rio de Janeiro, séculos XVIII e XIX” in: Manolo Florentino (Org.), Tráfico, cativeiro e liberdade (Rio de Janeiro, séculos XVII-XIX), Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2005.
GOÉS, J.R. & FLORENTINO, M. Crianças escravas, crianças dos escravos. Em: Priore, M.(Org.), História das crianças no Brasil (pp. 177-191). São Paulo: Contexto, 1999.
GÓES, José Roberto Pinto de. Escravos da paciência: um estudo sobre a obediência escrava no Rio de Janeiro (1790-1850), tese apresentada ao Programa de Pós-Graduação da Universidade Federal Fluminense, Niterói, 1998.
GÓES, José Roberto. A paz das senzalas. Famílias escravas e tráfico atlântico, Rio de Janeiro, c. 1790 – 1850, Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1997.
GRAHAM, Maria. Diário de uma viagem ao Brasil. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1956.
GRAHAM, Richard. Nos tumbeiros mais uma vez? O comércio interprovincial de escravos no Brasil. Afro-Ásia, 27, 121-160, 2002.
GUTIERRES. O tráfico de crianças escravas para o Brasil durante o século XVIII. História, São Paulo, 120, p.59-72. jan/jul., 1989.
HOGERZEIL, Simon J. and RICHARDSON, David. Slave Purchasing Strategies and Shipboard Mortality: Day-to-Day Evidence from the Dutch African Trade, 1751–1797. The Journal of Economic History, 67, pp 160-190, 2007.
KARASH, Mary C. A vida dos escravos no Rio de Janeiro, 1808-1850, São Paulo: Companhia das Letras, 2000.
KLEIN, Hebert. A Demografia do Tráfico Atlântico de Escravos para o Brasil. Estudos Econômicos, São Paulo, 17(2): 129-149, maio/ago., 1987.
KLEIN, Herbert. Novas interpretações do tráfico de escravos do atlântico. R. História, São Paulo. 120. p..3-25, jan/jul., 1989.
KLEIN, Herbert, The Internal Slave Trade in Nineteenth Century Brazil: A Study of Slave Importations into Rio de Janeiro in 1852. Hispanic American Historical Review, LI, no. 4 (Nov. 1971), pp. 567-568
KLEIN, Herbert, The structure of the atlantic slave trade in the 19th century: an assessment. RFHOM, T. 89, N° 336-337, 2002.
KLEIN, In Schwarcz, Lilia Moritz e Gomes, Flávio dos Santos (Orgs.), Dicionário da escravidão e liberdade. São Paulo: Companhia das Letras, 2018.
LARA, Silvia Hunold. Campos da Violência. Escravos e senhores na capital do Rio de Janeiro, 1750-1808. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1988.
LUNA & KLEIN. Escravismo no Brasil, São Paulo: Edusp, 2010.
MACHADO, Maria Helena P. T. Crime e Escravidão. Edição revista e ampliada. 2º ed. São Paulo: EDUSP, 2014.
MACHADO, Maria Helena P. T. O Plano e o Pânico. Os Movimentos Sociais na Década da Abolição. 2o. ed. São Paulo: EDUSP, 2010.
MACHADO, Maria helena P. T. In Schwarcz, Lilia Moritz e Gomes, Flávio dos Santos (Orgs.), Dicionário da escravidão e liberdade. São Paulo: Companhia das Letras, 2018.
MAMIGONIAN, Beatriz Gallotti e GRINBERG, Keila In Schwarcz, Lilia Moritz e Gomes, Flávio dos Santos (Orgs.), Dicionário da escravidão e liberdade. São Paulo: Companhia das Letras, 2018.
MARQUESE, Rafael de Bivar, Feitores do corpo, missionários da mente: Senhores, letrados e o controle dos escravos nas Américas, 1660-1860. São Paulo: Companhia das Letras, 2004.
MARQUESE, Rafael de Bivar. Estados Unidos, Segunda Escravidão e a Economia Cafeeira do Império do Brasil. Almanack, v. 5, p. 51-60, 2013.
MARQUESE, Rafael e SALLES, Ricardo. Escravidão e capitalismo histórico no século XIX: Cuba, Brasil e Estados Unidos. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2016.
MATTOS, Hebe e GRINBERG, Keila In Schwarcz, Lilia Moritz e Gomes, Flávio dos Santos (Orgs.), Dicionário da escravidão e liberdade. São Paulo: Companhia das Letras, 2018.
MATTOSO, Kátia de Queirós. Ser escravo no brasil. São Paulo: Brasiliense, 3 ed. 2003.
MATTOSO, Kátia de Queiroz. O Filho da escrava (em torno da Lei do Ventre Livre). Ver. Bras. De Hist. S. Paulo, V. 8, n. 16, pp. 37-55, 1988.
MATTOSO, Kátia de Queiroz. O filho da escrava. In: PRIORE, Mary Del (org.). História da criança no Brasil. São Paulo: Contexto, 1991.
MILLIET, Sérgio, Roteiro do Café. São Paulo: Hucitec, 1982.
MOTT, M. L. B. A criança escrava na literatura de viagens. Cadernos de Pesquisa. Fundação Carlos Chagas, São Paulo, v. 31, pp. 57-68, 1979.
MOTT, M. L. B. A. Ser mãe: a escrava em face do aborto e do infanticídio. R. História, São Paulo. 120. pp.85-96, jan/jul., 1989.
MOTT, M. L. B. NEVES, M. F. R. VENANCIO, R. P. A escravidão e a criança negra. Ciência Hoje, São Paulo, v. 48, 1988.
MOTTA, José Flávio, “Família escrava: uma incursão pela historiografia”, História: Questões & Debates, v. 9, n. 16, pp. 104-59, 1988.
MOTTA, José Flávio. Corpos escravos, vontades livres. Estrutura de posse de cativos e família escrava em um núcleo cafeeiro (Bananal, 1801-1829), São Paulo: Annablume & FAPESP, 1999.
MOTTA & MARCONDES. O comércio de escravos no Vale do Paraíba Paulista: Guaratinguetá e Silveiras na década de 1870. Estudos Econômicos, São Paulo, v. 30, n. 2, p. 267-299, abr/jun., 2000.
MOTTA, José Flávio, “A família escrava na historiografia brasileira: os últimos 25 anos”, in Eni de Mesquita Samara (org.), Historiografia brasileira em debate: “olhares, recortes e tendências” (São Paulo: Humanitas; FFLCH/USP, pp. 235-54, 2002.
MOTTA, José Flávio. Escravos Daqui, Dali e de Mais Além: o tráfico interno de cativos na expansão cafeeira paulista (Areias, Guaratinguetá, Constituição/Piracicaba e Casa Branca, 1861-1887). São Paulo: Alameda Casa Editorial, 2012.
MOTTA, José Flávio, Crianças no apogeu do tráfico interno de escravos. Piracicaba, província de São Paulo (1874-1880). História Econômica & História de Empresas. vol. 18 no 2, pp. 291-322, 2015.
MOURA, Clóvis. Dicionário da Escravidão Negra no Brasil. São Paulo: EDUSP, 2004.
NEQUETE, Lenine, Escravos e magistrados no Segundo Reinado: aplicação da Lei n° 2.040, de 28 de setembro de 1871. Brasília: Fundação Petrônio Portela, 1988.
PARRON, Tâmis. Política do tráfico negreiro: o Parlamento imperial e a reabertura do comércio de escravos na década de 1830. Estudos Afro-Asiáticos, v. 1-2-3, pp. 91-121, 2007.
PINHEIRO, Maria Cristina Luz. O trabalho de crianças escravas na cidade de Salvador (1850- 1888). Afro-Ásia, v. 32, pp.159-183, 2005.
PIROLA, Ricardo Figueiredo. Senzala Insurgente: mulungos, parentes e rebeldes nas fazendas de Campinas (1831). Campinas, SP. Ed. UNICAMP, 2011.
PRIORE, Mary del. História das crianças no Brasil. São Paulo: Ed. Contexto, 1999.
RIOS, Iara Nancy Araújo. Nossa Senhora da Conceição do Coité: poder e política no século XIX. Dissertação de Mestrado em História: Universidade Federal da Bahia, Salvador, 2003.
ROCHA, Cristiany Miranda. Histórias de famílias escravas: Campinas, século XIX. Campinas, SP. Ed. UNICAMP, 2004.
ROSSINI, Gabriel A.A., A dinâmica do tráfico interno de escravos na franja da economia cafeeira paulista (1861-1887). Tese de Doutorado apresentada ao Instituto de Economia da Universidade Estadual de Campinas. Campinas, 2015.
SALLES, Ricardo In Schwarcz, Lilia Moritz e Gomes, Flávio dos Santos (Orgs.), Dicionário da escravidão e liberdade. São Paulo: Companhia das Letras, 2018.
SANTOS, Ronaldo Marcos dos. Resistência e superação do escravismo na província de São Paulo (1885-1888). São Paulo: IPE/USP, 1980.
SCHEFFER, Rafael da Cunha, Comércio de escravos do sul para o sudeste, 1850-1888: economias microrregionais, redes de negociantes e experiência cativa. Tese de Doutorado apresentada ao Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Estadual de Campinas. Campinas, 2012.
SIMONATO, Andréa Jácome. “O parentesco entre os cativos no meio rural do Rio de Janeiro em 1860”, População e família, vol. 1, nº 1, pp. 143-179, 1998.
SLENES, Robert W., The demography and economics of Brazilian slavery: 1850-1888.Tese de doutorado. Stanford University, Stanford, 1976.
SLENES, Robert W., “Escravidão e família: padrões de casamento e estabilidade familiar numa comunidade escrava” (Campinas, século XIX), Estudos Econômicos, v. 17, n. 2, pp. 217-27, 1987.
SLENES, Robert W., COSTA, Iraci Del Nero da, e SCHWARTZ , Stuart B., “A família escrava em Lorena (1801)”, Estudos Econômicos, v. 17, n. 2, pp. 245-95, 1987.
SLENES, Robert W., “Lares negros, olhares brancos: histórias da família escrava no século XIX”, Revista Brasileira de História, v. 8, n. 16, pp. 189-203, 1988.
SLENES, Robert W, “A formação da família escrava nas regiões de grande lavoura do Sudeste: Campinas, um caso paradigmático no século XIX”, População e família, v. 1, n. 1, pp. 9-82, 1998.
SLENES, Robert. Grandeza ou decadência? O mercado de escravos e a economia cafeeira da província do Rio de Janeiro, 1850-1888. In: COSTA, Iraci (org.) Brasil: história econômica e demográfica. São Paulo: Instituto de Pesquisas Econômicas, USP, 1986.
SLENES, Robert. The Brazilian Internal Slave Trade, 1850-1888: Regional Economies, Slave Experience, and the Politics of a Peculiar Market. In: Johnson, Walter (Org.) The Chattel Principle: Internal Slave Trades in the Americas. Yale University Press, 2004.
SLENES, Robert. Família escrava e trabalho. Tempo, Vol. 3 - n° 6, Dezembro de 1998. SLENES, Robert. Brazil. In. Slavery in the Americas. Oxford University Press Inc. New York, 2010.
SLENES, Robert. Na Senzala, uma Flor – Esperanças e Recordações na Formação da Família Escrava. Campinas, SP: UNICAMP, 2011.
TEIXEIRA, Heloísa Maria. Os filhos das escravas: crianças cativas e ingênuas nas propriedades de Mariana (1850-1888). Cadernos de História, Belo Horizonte, v.11, n. 15, 2º sem., 2010.
TEIXEIRA, Heloísa Maria. Família escrava, sua estabilidade e reprodução em mariana 1850-1888. Afro-Ásia, 28, pp. 179-220, 2002.
VALENCIA VILLA & FLORENTINO. Abolicionismo inglês e tráfico de crianças escravizadas para o Brasil, 1810-1850. História (São Paulo) v.35, 2016.

Downloads

Publicado

2019-12-01

Edição

Seção

Artigo