Prematuridade e constituição subjetiva

considerações sobre atendimentos na UTI Neonatal

Autores

  • Greicy Duarte da Mata Universidade de Brasília
  • Evandro de Quadros Cherer Universidade de Brasília
  • Daniela Scheinkman Chatelard Universidade de Brasília

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.1981-1624.v22i3p428-441

Resumo

Todo bebê que nasce necessita do investimento de alguém que suponha nele um sujeito e o situe simbolicamente. Nos contextos de prematuridade, algumas dificuldades podem se fazer presentes, sendo relevante haver intervenções que proporcionem a facilitação desse processo de elaboração das intensas mudanças demandadas pela própria vivência de maternidade e pela internação de longa permanência em unidade de tratamento intensivo neonatal. Este estudo é um relato de experiência que apresenta e discute alguns casos atendidos pelos autores no ambulatório da maternidade de um hospital público situado em Brasília, no qual foi possível um espaço de escuta do discurso social inscrito pelas mães na história de recém-nascidos.

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Biografia do Autor

Greicy Duarte da Mata, Universidade de Brasília

Docente do Instituto de Psicologia da Universidade de Brasília (UnB), Brasília, DF, Brasil

Evandro de Quadros Cherer, Universidade de Brasília

Docente do Instituto de Psicologia da Universidade de Brasília (UnB), Brasília, DF, Brasil

Daniela Scheinkman Chatelard, Universidade de Brasília

Docente do Instituto de Psicologia da Universidade de Brasília (UnB), Brasília, DF, Brasil

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Publicado

2017-12-23

Como Citar

Mata, G. D. da, Cherer, E. de Q., & Chatelard, D. S. (2017). Prematuridade e constituição subjetiva: considerações sobre atendimentos na UTI Neonatal. Estilos Da Clinica, 22(3), 428-441. https://doi.org/10.11606/issn.1981-1624.v22i3p428-441

Edição

Seção

Artigos