O psicoterapeuta na clínica de bebês com transtornos de subjetivação

Autores

  • Paula Gruman Martins Universidade Federal do Rio Grande do Sul
  • Milena da Rosa Silva Universidade Federal do Rio Grande do Sul

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.1981-1624.v22i3p488-506

Resumo

Neste trabalho, discute-se a clínica pais-bebês em casos de dificuldades na constituição psíquica, partindo do conceito de Transtornos de Subjetivação Arcaica, de Victor Guerra, para pensar as manifestações autísticas nos primeiros anos de vida. Neste artigo, a postura do clínico que trabalha com tais bebês é colocada em discussão. Sugere-se que, ao analista que se propõe a trabalhar na clínica precoce dos transtornos constitutivos graves, fazem-se necessárias certas qualidades subjetivas: uma disponibilidade especialmente alta ao encontro intersubjetivo e, principalmente, uma postura de esperança, nunca deixando de apostar no advir do sujeito.

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Biografia do Autor

Paula Gruman Martins, Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Psicóloga, graduada pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Porto Alegre, RS, Brasil.

Milena da Rosa Silva, Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Psicóloga, Docente do Instituto de Psicologia e do Programa de Pós-graduação em Psicanálise: Clínica e Cultura da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Porto Alegre, RS, Brasil.

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Publicado

2017-12-31

Como Citar

Martins, P. G., & Silva, M. da R. (2017). O psicoterapeuta na clínica de bebês com transtornos de subjetivação. Estilos Da Clinica, 22(3), 488-506. https://doi.org/10.11606/issn.1981-1624.v22i3p488-506

Edição

Seção

Artigos