O manhês: costurando laços

Autores

  • Mariana Moreira de Souza Pierotti Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro; núcleo de pesquisa em relações objetais precoces
  • Lidia Levy Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro; Departamento de Psicologia
  • Silvia Abu-Jamra Zornig Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro; Departamento de Psicologia

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.1981-1624.v15i2p420-433

Palavras-chave:

manhês, comunicação não-verbal, função materna

Resumo

Neste trabalho, partimos da forma particular de comunicação existente entre a mãe e o bebê denominada de "manhês". Ressaltamos a importância da musicalidade da língua materna, dos diferentes tipos de comunicação não-verbal. A força libidinal das palavras utilizadas, mais do que seu conteúdo, marca a criança e dá sentido às suas manifestações. Considerando que o exercício da função materna não é necessariamente realizado pela mãe biológica, nos perguntamos como crianças, institucionalizadas precocemente, são marcadas ou não pela voz de seus cuidadores.

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Publicado

2010-12-01

Como Citar

Pierotti, M. M. de S., Levy, L., & Zornig, S. A.-J. (2010). O manhês: costurando laços. Estilos Da Clinica, 15(2), 420-433. https://doi.org/10.11606/issn.1981-1624.v15i2p420-433