Poesia, visualidade e cubismo em "Água-forte", poema de Manuel Bandeira

Autores

  • Arnaldo Franco Junior Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2316-9826.literartes.2023.216617

Palavras-chave:

Água-forte, Cubismo, Manuel Bandeira, Poesia, Visualidade

Resumo

Análise e interpretação do poema “Água-forte”, de Manuel Bandeira, sob o prisma das relações entre poesia, visualidade e procedimentos cubistas de composição pictórica da imagem. “Água-forte” tem um forte vínculo com o modernismo devido à representação fragmentária e multiperspectivada da imagem que registra. Neste poema, a técnica cubista produz um ciframento sutil da natureza erótica e dos nexos entre vida e morte inerentes à imagem que fascina o poeta.

Biografia do Autor

  • Arnaldo Franco Junior, Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho

    Doutor em Letras pela FFLCH-USP; Professor do Departamento de Estudos Linguísticos e Literários da Universidade Estadual Paulista – Unesp, campus de São José do Rio Preto – SP

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Publicado

2023-12-20

Como Citar

FRANCO JUNIOR, Arnaldo. Poesia, visualidade e cubismo em "Água-forte", poema de Manuel Bandeira. Literartes, São Paulo, Brasil, v. 1, n. 19, p. 99–121, 2023. DOI: 10.11606/issn.2316-9826.literartes.2023.216617. Disponível em: https://www.revistas.usp.br/literartes/article/view/216617.. Acesso em: 21 jul. 2024.