As máscaras e os mitos: tensões entre modernidade e intemporalidade na pintura modernista em São Paulo

Autores

  • Icleia Borsa Cattani Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2316-9036.v0i94p19-28

Palavras-chave:

Modern Art Week, modernist painting, vanguards and return to order, internationalism and nationalism, myths and masks.

Resumo

O texto aborda a pintura em São Paulo no entorno da Semana de Arte Moderna de 1922. O que se passou naquele período evidencia uma modalidade específica de percepção do moderno. Os artistas modernistas ficaram divididos entre os modelos europeus do período: o internacionalismo das vanguardas e o nacionalismo dos movimentos de retorno à ordem. A procura de uma identidade brasileira, simultaneamente moderna, atual,
intemporal e mítica, gerou dubiedades e contradições, evidenciadas nas pinturas modernistas pela elaboração de mitos de pertença e de rostosmáscaras, símbolos e sintomas das tensões constitutivas dessas pinturas, situadas entre princípios divergentes.

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Biografia do Autor

Icleia Borsa Cattani, Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)

Professora titular do Instituto de Artes da UFRGS e autora de, entre outros, Arte Moderna no Brasil (C/Arte).

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Publicado

2012-08-30

Como Citar

Cattani, I. B. (2012). As máscaras e os mitos: tensões entre modernidade e intemporalidade na pintura modernista em São Paulo. Revista USP, (94), 19-28. https://doi.org/10.11606/issn.2316-9036.v0i94p19-28