Predição de risco e incidência de olho seco em pacientes críticos

Autores

  • Diego Dias de Araújo Universidade Federal de Minas Gerais; Escola de Enfermagem
  • Natália Gherardi Almeida Prefeitura Municipal de Belo Horizonte; Secretaria Municipal de Saúde
  • Priscila Marinho Aleixo Silva Universidade Federal de Minas Gerais; Escola de Enfermagem
  • Nayara Souza Ribeiro Universidade Federal de Minas Gerais; Escola de Enfermagem
  • Andreza Werli-Alvarenga Universidade Federal de Minas Gerais; Escola de Enfermagem
  • Tânia Couto Machado Chianca Universidade Federal de Minas Gerais; Escola de Enfermagem

DOI:

https://doi.org/10.1590/1518-8345.0897.2689

Resumo

Objetivos: estimar a incidência de olho seco, identificar os fatores de risco e estabelecer modelo de predição de risco para seu desenvolvimento, em pacientes adultos, internados em unidade de terapia intensiva de um hospital público. Método: coorte concorrente, realizada entre março e junho de 2014, com 230 pacientes internados em uma unidade de terapia intensiva. Os dados foram analisados por estatística descritiva, bivariada, com análise de sobrevida e multivariada, com regressão de Cox. Resultados: dos 230 pacientes, 53% desenvolveram olho seco, com tempo médio para aparecimento de 3,5 dias. As variáveis independentes que impactaram, de forma significativa e conjunta, o tempo para ocorrência de olho seco foram: O2 em ar ambiente, piscar os olhos mais de cinco vezes por minuto (fatores de menor risco) e presença de doença vascular (fator de maior risco). Conclusão: o olho seco é um achado comum em pacientes internados em unidades de terapia intensiva de adultos e cuidados para sua prevenção devem ser estabelecidos.

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Publicado

2016-01-01

Edição

Seção

Artigos Originais

Como Citar

Predição de risco e incidência de olho seco em pacientes críticos . (2016). Revista Latino-Americana De Enfermagem, 24, e2689-. https://doi.org/10.1590/1518-8345.0897.2689