O Moderno antes do Modernismo: paradoxos da pintura brasileira no nascimento da República

Autores

  • Ana Paula Cavalcanti Simioni Universidade de São Paulo. Instituto de Estudos Brasileiros
  • Lúcia K. Stumpf

Palavras-chave:

intura de história, Academismo, Primeira República, Belmiro de Almeida, Antônio Parreiras

Resumo

O presente artigo discute a especificidade da pintura brasileira produzida durante a Primeira República (1889-1930), a qual não pode ser compreendida nem como uma continuidade harmônica em relação à tradição herdada pelo Império e nem mediante o rótulo de “pré-moderna”. A partir da interpretação de duas telas, Os descobridores, de Belmiro de Almeida, e Fundação da cidade de São Paulo, de Antônio Parreiras, pretende-se examinar os sentidos políticos e culturais particulares que as obras engendram, os quais emanam dos momentos e condições específicos de sua produção, bem como da relação crítica que possuem para com a tradição acadêmica no país.

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Biografia do Autor

Ana Paula Cavalcanti Simioni, Universidade de São Paulo. Instituto de Estudos Brasileiros

é docente no Instituto de Estudos Brasileiros da USP. Autora do livro Profissão artista: pintoras e escultoras acadêmicas brasileiras (Edusp, 2008).

Lúcia K. Stumpf

Lúcia K. Stumpf é mestre em Culturas e Identidades Brasileiras, pelo Instituto de Estudos Brasileiros da USP e doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da USP.

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Publicado

2014-06-23

Como Citar

Simioni, A. P. C., & Stumpf, L. K. (2014). O Moderno antes do Modernismo: paradoxos da pintura brasileira no nascimento da República. Teresa, (14), 111-129. Recuperado de https://www.revistas.usp.br/teresa/article/view/99459