Relatos sobre rádios livres e comunitárias na Europa e no Brasil por Luiz Fernando Santoro

  • Felipe Parra UNISO
Palavras-chave: Comunicação, Rádios livres, Rádios comunitárias, Pesquisa acadêmica, Entrevista

Resumo

RESUMO: As rádios livres consistem em veículos de comunicação que estimulam a produção e difusão de informações feitas por pessoas comuns que assumem o papel de programadores, locutores ou DJ’s. Uma forma alternativa e coletiva de se fazer rádio. Essa ação pode auxiliar na divulgação da cultura e dos problemas enfrentados por movimentos sociais e minorias. Ao subverter as lógicas de uso aplicadas a esse meio, as rádios livres oferecem recursos para o sujeito falar sobre seus desejos, anseios, dificuldades, tristezas, alegrias, indignações etc. Luiz Fernando Santoro, doutor em Ciências da Comunicação pela Universidade de São Paulo, concedeu esta entrevista e abordou o tema, ao relatar suas experiências e estudos. Essa atividade utiliza os conceitos metodológicos de história oral temática e desenvolve ideias a respeito das rádios livres, comunitárias e locais.              

 

 

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Biografia do Autor

Felipe Parra, UNISO
Mestre em Comunicação e Cultura pela Universidade de Sorocaba (UNISO). Membro do Grupo de Pesquisa do CNPQ Mídia, Cidade e Práticas Sociais (MidCid), onde as atividades se desenvolvem apoiadas na visão multidisciplinar com o intuito de produzir e divulgar conhecimentos relevantes na contemporaneidade. Membro do Grupo de Pesquisa do CNPQ em Mídias Contemporâneas (MIDCON_), o qual objetiva investigar as mídias contemporâneas e seus aspectos identitários, econômicos, socioculturais e/ou políticos, ao enfocar vertentes como o consumo midiático, a diversidade sexual/cultural, as tecnologias emergentes e as experimentações poéticas. Como artista visual trabalha na área de design gráfico, vídeo e animação sobre as complexidades contemporâneas.
Publicado
2018-07-06
Como Citar
Parra, F. (2018). Relatos sobre rádios livres e comunitárias na Europa e no Brasil por Luiz Fernando Santoro. Revista Alterjor, 18(2), 54-65. Recuperado de https://www.revistas.usp.br/alterjor/article/view/147538