O jardim das flores de plástico: caminhos poéticos de um teatro negro e periférico

Autores

Palavras-chave:

Teatro negro, Periferia, Caminhar.

Resumo

Levantando discussões a partir de O jardim das flores de plástico – Ato 3: por baixo do saco preto, espetáculo-cortejo vencedor do 3º Prêmio Nacional de Expressões Culturais Afro-Brasileiras, montado em 2015 com os atores do Nóis de Teatro, na periferia de Fortaleza, CE, este artigo busca refletir sobre os cruzamentos poéticos e políticos do teatro produzido pelos artistas negros do grupo na tessitura de rearranjos sobre o discurso hegemônico de cidade.

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Biografia do Autor

Altemar Di Monteiro, Escola de Belas-Artes da Universidade Federal de Minas Gerais

Ator e diretor do Nóis de Teatro, em Fortaleza. Atualmente é doutorando em artes da cena pela Escola de Belas-Artes da Universidade Federal de Minas Gerais.

Referências

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Publicado

2017-09-07

Como Citar

Monteiro, A. D. (2017). O jardim das flores de plástico: caminhos poéticos de um teatro negro e periférico. Revista Aspas, 7(1), 85-101. Recuperado de https://www.revistas.usp.br/aspas/article/view/131477