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Directives aux auteurs

Normas para a elaboração de artigos, traduções comentadas, resenhas e entrevistas

Artigos:
 os artigos devem tratar de tradução, de aspectos relacionados à tradução, tradução comparada, tradução em amplo sentido como adaptações, releituras e interpretação, processo, produto ou função da tradução ou ainda a respeito da prática e experiência tradutórias.

Traduções comentadas: as traduções comentadas, além de conter a tradução proposta seguida de seu original, devem trazer comentários e reflexões não somente a respeito do/a autor/a, obra, traduções e tradutores/as anteriores, se houver, mas também comentários a respeito da própria tradução, do fazer tradutório, os sucessos e percalços dessa tarefa.

Resenhas: as resenhas devem ser acerca de obras de algum modo ligadas à tradução.

Entrevistas: as entrevistas, geralmente de tradutores, teóricos da tradução ou profissionais relacionados à tradução, adaptação e interpretação, devem ter como um dos temas centrais o debate acerca da tradução e a experiência tradutória.


Especificações gerais

Fonte: Garamond
Tamanho da fonte: 12
Margens: direita = 3 cm; esquerda = 3 cm; superior = 3 cm; inferior = 3 cm
Espaçamento: 1,0 (título; nome do autor; resumo; palavras chave; referências) e 1,5 (texto) Títulos de seções/itens e subitens: fonte 12, em negrito

Página inicial (1)

Título e subtítulo (se houver): centralizado e em negrito
(2) Nomes das/dos autoras(es): alinhado(s) na margem direita

Resumo: 3) Resumo (na língua do texto e em língua estrangeira): entre 90 e 200 palavras
(4) Palavras-chave (na língua do texto e em língua estrangeira): 3 a 5 palavras
Termos técnicos: em negrito
Siglas: quando apresentadas pela primeira vez, a forma completa do nome deve preceder a sigla: Centro Interdepartamental de Tradução e Terminologia (CITRAT)
Notas: devem figurar no final da página (“nota de fim de página” ou “nota de rodapé”)
Apêndices e anexos: devem ser colocados depois das referências

Ilustrações
É da responsabilidade de autoras e autores providenciar a permissão para publicar qualquer imagem incluída no artigo ou tradução comentada. Ilustrações/figuras que acompanhem os trabalhos devem ser enviadas em formato jpeg., com indicação do nome do/a autor/a e número da imagem. No corpo do texto deve-se indicar, entre colchetes e por numeração, o local onde deverão ser inseridas as legendas que as acompanhem, também entre colchetes. Cada legenda deverá conter o número da figura, o nome do/a autor/a e o título da imagem, separados por ponto final e, separados por vírgula, o nome do/a autor/a da obra onde está a imagem, o título (em itálico), e os dados da edição, na ordem: cidade, nome da editora e data. Quando se tratar de obra exposta em museu ou galeria de arte, os dados da edição devem aparecer na ordem: (local onde foi criada a obra) data, nome do museu/galeria, cidade onde se localiza e dados de catalogação. Ex.:

[inserir figura 1]

[Figura 1. Francis Hayman. “Dom Quixote recebendo o título de cavaleiro”. Miguel de Cervantes, The History and Adventures of the Renowned Don Quixote, London, A. Miller,1755]

[inserir figura 2]

[Figura  2.  Salmo  1.  Le  psaltier  d’Utrecht,  Reims,  ca.  820-835. UtrechtseUniversiteitsbibliotheek, Utrecht, fac-símile digital do Ms. 32, fólio 1v]

* As ilustrações serão publicadas a critério dos editores, de acordo com as leis de direitos autorais para uso de imagens.

Disposição de traduções e originais

As traduções e respectivos originais deverão figurar em fonte 11, e estarem dispostas lado a lado ou uma após a outra. Quando colocadas lado a lado, em tabela, as margens da tabela deverão ser apagadas.

Citações

Diretas, ipsis literis, de autoria única: compostas de até três linhas, devem ser descritas no corpo do texto, entre aspas, com a indicação da fonte nos seguintes modelos: De  acordo  com  Zwilling  (2010, p. 73), “[o] coro  da  Capela  Real  e  de outras instituições como de St Paul, costumava incluir música de violas na execução de peças”. A autora afirma que “[o] coro da Capela Real e de outras instituições como de St Paul, costumava incluir música de violas na execução de peças” (ZWILLING, 2010, p. 73).


Diretas,  ipsis literis, de autoria única: compostas de mais de três linhas, devem ser  descritas como nos modelos abaixo:
"Em sua análise das traduções brasileiras de The Call of the Wilde, de Jack London, Hirsch (2006, p. 66) observa o seguinte, com relação ao título da obra:

Os tradutores não chegaram a um consenso sobre o significado do título original e Clarice Lispector, por exemplo, intitulou sua versão de  Chamado selvagem, adotado por mais dois tradutores. Na versão do Clube do Livro a obra se chama Vozes da floresta, e Rui Silva batizou-a de Apelo da selva. A ambiguidade do termo “call”, que pode significar um grito ou uma voz, mas também apelo ou chamada, criou logo de início um desafio aos tradutores, que se viram obrigados a optar por uma das acepções.

 A autora descreve, ainda, o primeiro título que a obra recebeu, Grito da Selva, na primeira tradução realizada por Monteiro Lobato e publicada pela Cia. Editora Nacional, em 1935 (HIRSCH, 2006, p. 66)."

• Quando se tratar  de dois  ou mais  autores, a fonte  deve  ser indicada  das  seguintes  maneiras, para cada modelo:
De acordo com Delisle e Woodsworth (1995, p. 191)...(DELISLE; WOODSWORTH, 1995, p. 191)
De acordo com Delisle et. al. (1999, p. 28)...(DELISLE et. al., 1999, p. 28)


No caso das citações indiretas, de um, dois ou mais autores, os modelos de indicação da fonte são os mesmos acima, usando-se apud para indicar a referência indireta:
"Eis o pensamento de Ferreira, descrito em A herança, de 1956: Há quatorze anos que o nosso lema é: o bom livro pelo preço mínimo. Os nossos distintos  associados,  amigos  e  leitores  são  testemunhas  insuspeitas  da imparcialidade, da elevação, da utilidade, e da correção, com que mantemos a nossa  linha  editorial  durante  todo  êsse  tempo,  o  que  conquistou,  não  só  a simpatia e o decisivo apoio da nossa rede de sócios, como o aplauso da imprensa e da opinião pública, dos intelectuais e do próprio poder público (FERREIRA,1956 apud MILTON, 2002, p. 38).


As citações  em língua estrangeira devem ser traduzidas. Podem ser utilizadas  a(s)tradução(ões) da obra, se houver, ou a versão do autor do trabalho. Quando a obra tiver sido  traduzida  é  facultativa  a  descrição  do  original,  bastando  mencionar  o  nome  do tradutor,  entre  parênteses,  no  final  da  citação,  e  que  deverá  figurar  na  referência bibliográfica da obra em questão. No caso da última opção, quando a obra não possuir tradução em português, deve-se indicar a autoria da tradução — geralmente o nome do autor (da mesma maneira que no primeiro caso, entre parênteses, no final da citação) — e o trecho original deve figurar em nota, entre colchetes e sem letra maiúscula no início ou pontuação final: 3 Robinson (2002, p. 43) afirma que “[o]s tradutores e os intérpretes são leitores vorazes de quatro livros ao mesmo tempo, em várias línguas, ficção e não-ficção, assuntos técnicos e de ciências humanas, qualquer coisa e tudo” (tradução de Jussara Simões). Na nota pode constar, a critério do autor do trabalho: [translators and interpreters are voracious and omnivorous readers, people who are typically in the middle offour books at once, in several languages, fiction and nonfiction, technical and humanistic subjects, anythingand everything] De acordo com Delisle et. al (1999), um anglicismo é uma “palavra ou expressão particular à  língua  inglesa  e  que  não  possui  equivalente  literal  em  outra  língua”  (minha/nossa tradução). Na nota, deve necessariamente constar: [expresión propia de la lengua inglesa que no tiene equivalente literal em otra lengua] 
• As citações de mais de três linhas devem ser compostas em fonte tamanho 11, com espaçamento simples, alinhamento à direita, com 3cm de margem esquerda.

Referências

Para as referências, os modelos são os seguintes:

DELISLE,  Jean;  WOODSWORTH,  Judith  (eds.).  Translators  Through  History. Amsterdam: John Benjamins Publishing Co./UNESCO Publishing, 1995.
DELISLE  et.  al.  (eds.)  Terminologie  de  la  Traduction.  Amsterdam/Philadelphia:  JohnBenjamins Publishing Co., 1999.
DICKENS, Charles.  The Personal History of David Copperfield, ilustrações de HablôtKnight Browne. London: The Fraser Press, 1970.
________. David Copperfield, tradução e adaptação de Hildegard Feist, ilustrações de LuizMaia. São Paulo: Scipione, 2010.
HIRSCH, Irene.  Versão Brasileira: Traduções de Autores de Ficção em Prosa Norte Americanos do Século XIX. São Paulo: Alameda, 2006.
ROBINSON,  Douglas.  Construindo  o  Tradutor,  tradução  de  Jussara  Simões.  Bauru: EDUSC, 2002.

Artigos:

BENJAMIN, Walter. “The Task of the Translator: An Introduction to the Translation of Baudelaire’s Tableaux Parisiens”, tradução de Harry Zohn. In: VENUTI, Lawrence (ed.).The Translation Studies Reader. London/New York: Routledge, 2000. pp. 15-25.
CAMPOS, Haroldo de. “Da Tradução como Criação e como Crítica”. In: Metalinguagem & Outras Metas. São Paulo: Perspectiva, 1992, p. 31-48.
DIMITRIU, Rodica. “Omission in Translation”. In: Perspectives: Studies in Translatology, Vol. 12, No. 3, 2004. pp. 163-175.
EVEN-ZOHAR, Itamar. “The Position of Translated Literature within the Literary System”. In: VENUTI, Lawrence (ed.) The Translation Studies Reader. London: Routledge, 2000, p. 192-197.
HATIM, Basil; MASON, Ian. “Context in Translating: Register Analysis”. In: Discourse and the Translator. London/New York: Longman, 1990, p. 36-54.
HOLMES, James S. “The Name and Nature of Translation Studies”. In: VENUTI, Lawrence (ed.) The Translation Studies Reader. London: Routledge, 2000, p. 172-185.
LEFEVERE, André. “Mother Courage’s Cucumbers: Text, system and refracti0n in a theory of literature”In: VENUTI, Lawrence (ed.) The Translation Studies Reader. London: Routledge, 2000, p. 233-249.
TAGNIN, Stella E. O. “A Linguística de Corpus na e para a Tradução”. In: VIANA, Vander; TAGNIN, Stella (orgs.) Corpora na Tradução. São Paulo: HUB, 2015, p.19-56.
VERMEER, Hans J. “Skopos and Commission in Translational Action”. In: VENUTI, Lawrence (ed.) The Translation Studies Reader. London: Routledge, 2000, p. 221-232.
WILLIAMS, Jenny; CHESTERMAN, Andrew. "Areas in Translation Research". In: The Map: A Beginner’s Guide to Doing Research in Translation Studies.  Manchester: St. Jerome, 2002/2007, p. 6-27.

Websites:

“Nelson  Ascher”  (entrevista  concedida  a  Rodrigo  de  Souza  Leão).  Página  eletrônica: <www.jornaldepoesia.jor.br/nah03.html>. Acesso em: 05 de maio de 2011

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