O olhar como vetor do pensamento e do gozo

Autores

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.1982-8160.v17i2p279-285

Palavras-chave:

Superindústria, Imaginário, Capital, Olhar, Gozo

Resumo

Em A Superindústria do Imaginário: como o capital transformou o olhar em trabalho e se apropriou de tudo que é visível, Eugênio Bucci se debruçou sobre o tema por um terço de século e propõe reconfigurar e exponenciar a imbricação da linguística e da psicanálise na comunicação – transformada em centro do capitalismo extrator de dados, circulando-os como mercadoria, sobretudo entre os propagandistas, influindo no fluxo da informação, tão cara em tempos de um espalhamento desmedido de fake news. Assim, o olhar, como um vórtice que atua em circuitos secretos, é um ato de linguagem. Afinal, em sociedades fantasiosas, o sujeito, como uma espécie de joguete, tem seu pensamento substituído pelo olhar para, ao final, encontrar o gozo.

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Biografia do Autor

Magaly Parreira do Prado, Universidade de São Paulo

Trabalha na Rádio USP. Fez estágio pós-doutoral na Escola de Comunicações e Artes da USP (término em junho/2023). Doutora em Comunicação e Semiótica e mestre em Tecnologias da Inteligência e Design Digital (PUC-SP).

Referências

Bucci, E. (2021). A superindústria do imaginário: como o capital transformou o olhar em trabalho e se apropriou de tudo que é visível. Autêntica (Ensaios).

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Han, B.-C. (2018). No enxame – Perspectivas do digital. Vozes.

Publicado

2023-08-31

Como Citar

Prado, M. P. do. (2023). O olhar como vetor do pensamento e do gozo. MATRIZes, 17(2), 279-285. https://doi.org/10.11606/issn.1982-8160.v17i2p279-285

Edição

Seção

Resenhas de livros