Rádios corporativas e customizadas: novos atores no mercado da radiodifusão sonora

Autores

  • Marcelo Kischinhevsky Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Departamento de Jornalismo

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2238-2593.organicom.2015.139268

Palavras-chave:

Rádio. Economia política da comunicação. Multiplicidade da oferta. Reintermediação.

Resumo

O presente artigo busca investigar fenômeno recente, ainda pouco estudado: a expansão das rádios corporativas e customizadas,que exercem novas formas de mediação, estabelecendo conexões diretas entre organizações e seus públicos de interesse.Grandes, médias e mesmo pequenas empresas dos mais variados ramos de atividade têm investido na radiodifusão sonora,on-line e off-line, colocando desafios à credibilidade e à sustentabilidade do meio e ameaçando deixar o interesse público emsegundo plano. Investiga-se ainda em que medida esse processo acarreta a emergência de novos intermediários no negócioda comunicação (reintermediação), numa fase caracterizada pela multiplicidade da oferta de conteúdos radiofônicos,produzidos por grupos empresariais sem vínculos prévios com a indústria da radiodifusão sonora. Entende-se que o rádio,expandindo-se para novas plataformas de distribuição, torna-se cada vez mais ubíquo, na esteira de processos de redução decustos de produção e de reordenação do mercado.

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Biografia do Autor

Marcelo Kischinhevsky, Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Departamento de Jornalismo

Doutor e mestre em Comunicação e Cultura pela Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (ECO-UFRJ). Professor do Departamento de Jornalismo e do Programa de Pós-Graduação em Comunicação (PPGCOM) da Faculdade de Comunicação Social da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (FCS-Uerj). Coordena o Laboratório de Áudio (AudioLab) e é também coordenador-adjunto do PPGCOM da FCS-Uerj.

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Publicado

2015-06-16