Visita domiciliar sob a percepção dos usuários da estratégia saúde da família

Autores

  • Débora C. M. Barbosa Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto
  • Augustus T. R. Mattos Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto. Departamento de Medicina Social
  • Márcio H. Corrêa Faculdade de Ciências e Tecnologias de Campos Gerais
  • Mônica Faria Faculdade de Ciências e Tecnologias de Campos Gerais
  • Luciana C. Ribeiro Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto. Departamento de Medicina Social
  • Luciane L. Santos Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto. Departamento de Medicina Social
  • Janise B. B. Ferreira Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto. Departamento de Medicina Social
  • Aldaísa C. Forster Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto. Departamento de Medicina Social

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2176-7262.v49i4p360-366

Palavras-chave:

Visita Domiciliar. Agentes Comunitários de Saúde. Estratégia Saúde da Família. Cidades Pequenas. Saúde da População Rural

Resumo

Modelo do estudo: Pesquisa exploratória e descritiva de cunho quantitativo. Objetivo: Caracterizar a visita domiciliar realizada pelos agentes comunitários de saúde por meio da percepção dos usuários. Metodologia: Foi realizado um estudo com 364 usuários cadastrados em quatro Unidades de Saúde da Família de um município de pequeno porte, no período de julho e agosto de 2009. Os dados foram coletados por meio de um questionário estruturado aplicado no domicílio das famílias cadastradas. Resultados: Dos 364 entrevistados, metade relatou receber VD mensalmente e que o tempo de dura- ção foi de aproximadamente, cinco minutos, não interferindo no cotidiano de 91% dos usuários entrevistados. A maioria (77,2%) afirmou que a VD atende parcialmente suas necessidades e apenas um terço das visitas foram realizadas dentro do domicílio. Entretanto 75% dos usuários consideraram como bom e ótimo o desempenho dos agentes comunitários. Conclusões: A maioria dos usuários referiu estar parcialmente satisfeita com a VD. Assim, observou-se indicadores satisfatórios referentes à frequência, atendimento das necessidades, desempenho e postura dos ACS na VD. No entanto, a sua duração, o local de realização e os temas abordados foram aspectos considerados menos satisfatórios, justificando um maior investimento nesta ação de saúde para que o seu potencial seja totalmente aproveitado pela ESF

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Biografia do Autor

Débora C. M. Barbosa, Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto

Pós Graduanda (doutorado) do Programa de Saúde da Criança e do Adolescente, Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto/ Universidade de São Paulo (FMRP/USP)

Augustus T. R. Mattos, Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto. Departamento de Medicina Social

Docente. Departamento de Medicina Social, FMRP/USP

Márcio H. Corrêa, Faculdade de Ciências e Tecnologias de Campos Gerais

Enfermeiro. Faculdade de Ciências e Tecnologias de Campos Gerais

Mônica Faria, Faculdade de Ciências e Tecnologias de Campos Gerais

Enfermeiro. Faculdade de Ciências e Tecnologias de Campos Gerais

Luciana C. Ribeiro, Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto. Departamento de Medicina Social

Docente. Departamento de Medicina Social, FMRP/USP

Luciane L. Santos, Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto. Departamento de Medicina Social

Docente. Departamento de Medicina Social, FMRP/USP

Janise B. B. Ferreira, Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto. Departamento de Medicina Social

Docente. Departamento de Medicina Social, FMRP/USP

Aldaísa C. Forster, Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto. Departamento de Medicina Social

Professora Associada. Departamento de Medicina Social, FMRP/USP

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Publicado

2016-11-11

Como Citar

1.
Barbosa DCM, Mattos ATR, Corrêa MH, Faria M, Ribeiro LC, Santos LL, Ferreira JBB, Forster AC. Visita domiciliar sob a percepção dos usuários da estratégia saúde da família. Medicina (Ribeirão Preto) [Internet]. 11 de novembro de 2016 [citado 26 de janeiro de 2022];49(4):360-6. Disponível em: https://www.revistas.usp.br/rmrp/article/view/122728

Edição

Seção

Descrição de Métodos e Técnicas
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