Anos potenciais de vida perdidos e tendência de mortalidade na população adulta em um município do Triângulo Mineiro, 1996-2013

Autores

  • Luan Augusto Alves Garcia Universidade Federal do Triângulo Mineiro
  • Fernanda Carolina Camargo Universidade Federal do Triângulo Mineiro
  • Gilberto de Araújo Pereira Universidade Federal do Triângulo Mineiro
  • Lúcia Aparecida Ferreira Universidade Federal do Triângulo Mineiro
  • Helena Hemiko Iwamoto
  • Álvaro da Silva Santos Universidade Federal do Triângulo Mineiro
  • Marina Pereira Rezende Universidade Federal do Triângulo Mineiro

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2176-7262.v50i4p216-226

Palavras-chave:

Mortalidade. Anos Potenciais de Vida Perdidos. Adulto. Estudos Epidemiológicos.

Resumo

Introdução: a análise epidemiológica da mortalidade é um importante processo para o reconhecimento das condições de vida e saúde das populações, oferecendo apoio ao planejamento de ações, definição de prioridades, e alocação de recursos frente a problemas específicos de saúde, em especial, ao se considerar populações com maior expressão da faixa etária adulta. Com isso, emerge a preocupação de se reconhecer quais as principais causas-óbito e análise dos Anos Potenciais de Vida Perdidos. Modelo do estudo: estudo observacional, ecológico, de tendência temporal, pela identificação das principais causas-óbito, através da frequência acumulada e da análise dos indicadores epidemiológicos: coeficiente de mortalidade por 100.000 habitantes e Anos Potenciais de Vida Perdidos, por faixa etária adulta e sexo, de 1996 a 2013. Objetivo do estudo: analisar tendência dos óbitos na população adulta em município do Triângulo Mineiro, Brasil. Resultados: ocorreram 9.595 óbitos para adultos, sendo as doenças do aparelho circulatório (n=2.244) a causa-óbito mais prevalente e a idade do óbito por Causas Externas a mais prematura (média de 37,84 anos; IC95% 36,25-38,58). Apresentam tendência ascendente os óbitos por neoplasia, ambos os sexos e faixa etária de 40 a 59 anos, além do grupo de Causas Externas e Doenças do Aparelho Respiratório. Conclusões: apesar das limitações, deve-se encorajar a utilização de sistemas de informações em estudos que possam apoiar a gestão local no melhor delineamento de ações e retaguarda assistencial para prevenção de mortes prematuras.

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Biografia do Autor

Luan Augusto Alves Garcia, Universidade Federal do Triângulo Mineiro

Enfermeiro. Especialista em Enfermagem do Trabalho e Saúde do Adulto na modalidade Residência Multiprofissional em Saúde. Mestrando do Programa de Pós Graduação Stricto Sensu em Atenção à Saúde da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM).

Fernanda Carolina Camargo, Universidade Federal do Triângulo Mineiro

Enfermeira. Doutoranda do Programa de Pós Graduação Stricto Sensu em Atenção à Saúde da UFTM.

Gilberto de Araújo Pereira, Universidade Federal do Triângulo Mineiro

Estatístico. Doutor em Estatística. Docente da UFTM.

Lúcia Aparecida Ferreira, Universidade Federal do Triângulo Mineiro

Enfermeiro. Docente da UFTM.

Álvaro da Silva Santos, Universidade Federal do Triângulo Mineiro

Enfermeiro. Docente da UFTM.

Marina Pereira Rezende, Universidade Federal do Triângulo Mineiro

Enfermeiro. Docente da UFTM.

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Publicado

2017-08-09

Como Citar

1.
Garcia LAA, Camargo FC, Pereira G de A, Ferreira LA, Iwamoto HH, Santos Álvaro da S, Rezende MP. Anos potenciais de vida perdidos e tendência de mortalidade na população adulta em um município do Triângulo Mineiro, 1996-2013. Medicina (Ribeirão Preto) [Internet]. 9 de agosto de 2017 [citado 29 de novembro de 2021];50(4):216-2. Disponível em: https://www.revistas.usp.br/rmrp/article/view/140485

Edição

Seção

Artigo Original
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